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O Malaguetas é feito pela Talaguim.

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em 8.Agosto.2014 por

Happy as a skull: Frau Ines ilustra âncoras floridas e calaveras rockabilly em porcelana

Calaveras com topetes rockabilly, âncoras floridas e marinheiros desenhados em porcelana da casa da vó. Nascida em Hamburgo, cidade portuária no norte da Alemanha, Frau Ines se deixa inspirar pela atmosfera de chegadas e partidas da vida marítima e dos tesouros vintage encontrados nos fleamarkets alemães. Contraste colorido, outra parte de sua inspiração vem das cerimônias mexicanas e do Dia De Los Muertos, com seus recortes precisos e caveiras felizes. Batemos um papo com a menina Ines na Tattoo Convention de Berlim, quando ela contou um pouco da ideia, suas pirações e como ela tem misturado o nórdico ao latino.  Leia mais

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em 5.Agosto.2014 por

No pain, no gain: as cores, traços e rabiscos da Tattoo Convention de Berlim

Bzzzzzzzzzzz, soam as mosquetosas maquininhas. No saguão principal da Arena Berlim, em Treptow, tintas, lápis, papel vegetal e muita pele à mostra. Ou melhor dizendo, escondida embaixo de dragões, demônios Hannya, flores, caveiras e marinheiros oldschool. Decalcando histórias, cerca de 300 tatuadores de 25 países se reuniram para compartilhar suas técnicas e tendências na Tattoo Convention alemã. Sem ladainha, te mostramos um pouco da aventura fotográfica do domingo.  Leia mais

em 26.Outubro.2011 por

Exposição em São Paulo apresenta trabalhos de tatuadores ícones de diversos países

Com obras de 30 tatuadores de diferentes países, a exposição “See Better After Waking” é aberta ao público na noite desta terça-feira (25), na Matilha Cultural, em São Paulo. A proposta é mostrar trabalhos de tatuadores que se tornaram ícones da arte nos últimos anos.

“Apesar de ter artistas com mais de 20 anos de experiência, também temos gente nova. Temos um cara com 50 e um com 21. Também procuramos variar nos estilos, para não ficar só tradicional americano ou no oriental”, conta Artur Fame, um dos curadores da exposição em entrevista ao UOL. Qual o principal critério para escolher as obras? Fame explica: “Quando você vê um quadro de Picasso, você reconhece. Dentro da cena, é a mesma coisa, a gente sabe quando o cara é autêntico”.

Fame também conta que um dos critérios é dar prioridade à produção nacional.  “Eleger 30/35 tatuadores é difícil. Sempre equilibramos com artistas de diferentes países, mas pelo menos metade deles tem que ser do Brasil”.

Dentre os artistas que têm trabalhos expostos, está o espanhol Posk, que comanda um estúdio de tatuagem com três pessoas na cidade de Madri.

“Pintamos material exclusivo para a exposição. A ideia é trazer sempre uma arte nova. Essa caveira que fiz demorou umas 8, 9 horas para ficar pronta”, conta o artista. “A pele tem vida, a tela não tem. Quando fazemos os desenhos na tela, damos vida à ela”, completa. Leia mais