malaguetas
O Malaguetas é feito pela Talaguim.

/ tag / show

disclosure-brasil-malaguetas
em 1.Setembro.2016 por

Os melhores remixes de Disclosure

A primeira vez que vi o Disclosure ficou conhecida como “o dia em que a lua chegou mais perto”. Estava frio pra cacete e a brisa mediterrânea bateu intensa e colorida no Primavera Sound (relembre a nossa cobertura em Barcelona). No outro palco, a concorrência era puxada, o Moderat (de Berlim), mas dançar ao som dos irmãos ingleses fez toda a diferença naquela noite.  Leia mais

em 20.Junho.2011 por

Peter Hook @ Estúdio Emme

“Are you ready to move your bundas?”, um produtor anuncia a entrada de Peter Hook no palco depois de quase uma hora de espera dos fãs no primeiro show do músico no Estúdio Emme, que aconteceu na última quinta-feira (16), em São Paulo.

O baixista do Joy Division e New Order desembarcou na capital pela primeira vez com a banda The Light para duas apresentações em tributo ao álbum “Unknown Pleasures”, lançado pelo Joy Division em 1979. Leia mais

chromeo-show
em 7.Setembro.2010 por

Chromeo @ São Paulo e uma pequena reflexão sobre o meio termo do entretenimento

O que vejo como principal dilema de músicos que tem como base o rock e a música eletrônica atualmente é a criação de um bom ambiente de entretenimento. É claro que veteranos como Depeche Mode e algumas exceções mais novas como Justice conseguem amarrar o público com desde efeitos de iluminação ousados até uma boa execução live de suas músicas. Mas enquanto a transição do ambiente disco para o ambiente show não se completa no novo cenário, o que dá para encontrar são muitas bandas novas com ótimas produções, mas que esculacham com suas apresentações ao vivo.

Leia mais

em 22.Novembro.2009 por

Na lama com The Killers

A verdade verdadeira é que a banda deve ter passado bem longe da lama, mas a chuva que durou a noite inteira na Chácara do Jockey fez as 12 mil pessoas que passaram pelo show sentir os dois pés (literalmente) em Glastonbury. E como já diz o ditado “saiu na chuva é pra se molhar”, por isso desencanei de me preocupar com o aguaceiro e achei o show muito bom mesmo com os 5kgs de barro que trouxe de brinde para casa. Quem não queria enfrentar o temporal que não arriscasse passar por lá.

Como qualquer garoinha em São Paulo para o trânsito, chegar até a Chácara do Jockey se tornou uma tarefa inquietante e ainda na dúvida se alguma banda ia abrir o show, ou se ia começar as 20hs mesmo, desci um pouco antes do ponto e sai correndo na chuva. Foi o tempo de chegar e ouvir a gritaria da galera recebendo a banda que tocava os primeiros acordes de “Human” single do último álbum Day and Age. Decorado com várias palmeiras, plantas e flores que davam ares tropicais, o palco tinha um K torto e iluminado e luzes ora roxas, ora laranjas que junto com os amplificadores também cheios de luzes e um telão bem planejado finalizavam a aparência de um cassino/disco para o palco. Nada mais apropriado para uma banda de Las Vegas.

O vocalista Brandon Flowers arriscou várias frases em português e apresentou a banda dizendo que nessa noite, eles seriam do público. O hit “Somebody Told Me” acabou de receber o pessoal que ainda estava no trânsito e a pista premium fervia. Ainda veio “Bones” com clipe animado por Tim Burton ao fundo e a cover de Joy Division “Shadowplay” que fez com que o baixo de Mark Stoermer ecoasse forte e com muita pegada, ACHO que as imagens do fundo eram do filme-biografia do Ian Curtis “Control”.

Brandon é um Don Juan no palco, charmoso, seguro e conquistador arrancou gritos histéricos da mulherada como um bom frontman, mas a interação com a banda praticamente não rola. Então veio “Smile Like You Meaning It” que parecia que não ia engatar, mesmo com o violinista no palco quando o vocalista entrou com o órgão que acabou virando o ponto alto da música. Depois de “Bling (Confession of a King)” Brandon senta ao piano e toca um trecho de “Human” (sim, de novo) que termina com duas notinhas erradas.

Brandon anuncia “Are You Prepare?” e “Spaceman” é tocada com coro da galera. E uma palhinha de “Can´t help falling in love with you” do Elvis misturada com a garoa fina deu um clima romântico para os casais em meio as poças de lama. “These Things That I’ve Done” entra em seu ponto máximo com uma explosão de papéis picados no público e o show é “finalizado”. Já tinha gente indo embora quando a banda voltou para o bis de “Jenny Was A Friend Of Mine” e o show acaba em alta com “When You Were Young”.

Pedacinho de “Read my mind”

Todo mundo voltou molhado, com lama até nas canelas, mas o show no geral foi muito bom e o som estava perfeito. Se alguém quiser um tênis pra lavar, tô doando.

Como o show só teve fotógrafo oficial (as imagens aí em cima são de divulgação da banda), essa imagem da lama é do Gustavo Jreige.

Resenha para o MRC.

em 27.Setembro.2008 por

Show do Vanguart no Sesc Pompéia

Em um lugar distante, longe das franjas alisadas e das maquiagens pesadas, existe uma banda sem máscaras e que lembra muito o espírito “make your self” da década de 60.

Embalado por um clima romântico e juvenil, o show do Vanguart na última quinta-feira, no Sesc Pompéia, contou com as participações mais do que especiais de Mallu Magalhães e Lobão. A cantora Cida Moreira infelizmente não pôde comparecer por conta de um acidente, mas foi homenageada pela banda de forma carinhosa em várias partes da apresentação.

De Cuiabá para São Paulo, o vocalista Helio Flanders trouxe baladas blueseiras e sem pieguices, batidas folk e poesia, mas os sons mantém a agressividade do rock and roll de uma forma muito espontânea. No show aberto com a música “Para abrir os olhos”, quem subiu primeiro foi a cantora Mallu Magalhães, que entre outras músicas fez um dueto tímido, mas muito bonito na música “ The last time i saw you”. Antes de se retirar Mallu recebeu uma flor do vocalista, provocando suspiros na platéia.

Os fãs cantaram as letras da banda em português, inglês e espanhol. Quando Lobão pisou no palco com cara de pai orgulhoso, os olhares curiosos aguardavam o próximo som enquanto Helio falava da importância da influência do cantor em sua carreira.

Para finalizar, ainda tocaram “Beloved” cantada pelo baixista Reginaldo Lincoln, “Los Chicos de Ayer” em homenagem a cidade natal da banda e depois do clichê (vai embora, mas volta) encerraram a apresentação com a esperada “Semáforo”.

Espero sinceramente que desse lugar de onde vieram, ainda venham muito mais e tão bons quanto eles. Se desfazer dos enlatados, às vezes pode ser muito prazeroso.

em 2.Setembro.2008 por

Rock Rocket no Sesc Pompéia

Tão intenso e verdadeiro quanto o CD, o show de lançamento do Rock Rocket no SESC Pompéia, na última quinta-feira dia 28 de agosto, mostrou que o álbum é uma síntese da banda. Rápido, direto e despudorado fez a platéia agitar do início ao fim, principalmente no fim, quando tocaram “Cerveja Barata” e “Roqueiros também amam” os sons preferidos da galera presente.

Com uma única pausa para o comentário oportuno do baterista Alan: “Se não dizemos muito, é por que não há muito que ser dito”, eles ainda fizeram cover do The Clash depois do “volta” caloroso da platéia.

As fotos feitas pela Tariana Mara e Rafael Ramos mostram um pouquinho da energia dos caras no show, com censura de 18 anos. Cada vez mais alcoólatra e inconseqüente.

Para ouvir o álbum novo: www.myspace.com/rockrocket

Confira a matéria e fotos no www.punknet.com.br

em 30.Agosto.2008 por

Mallu Magalhães em pocket show do My Space


A pequena grande garota que completou 16 anos ontem, aos doze já arriscava seus primeiros acordes no mundo da música. Com influências de Bob Dylan e Belle and Sebastian, o folk suave das músicas, a voz tímida e o jeito de menina fazem de suas composições uma das agulhas que encontramos perdidas no palheiro repetitivo da indústria fonográfica.

A sonoridade verdadeira teve reconhecimento imediato na internet e hoje Mallu já concorre junto com grandes nomes como Paralamas do Sucesso, Cachorro Grande e Pitty em três categorias do VMB: Artista/ Banda revelação, Show do ano e Artista do ano.
Na última quarta-feira durante a turnê do My Space, Mallu mostrou que está numa fase mais madura da carreira e até arriscou “Leãozinho” de Caetano, cantor que confessa adorar.
A vergonha de compor em português já não é mais problema e o que antes ela preferia esconder nas letras em inglês já começa a criar mais familiaridade com os fãs nas primeiras composições em nossa língua.
Essas fotos lindas são pra você ver um pouquinho do que foi o show (não deu pra escolher uma, rs) foram feitas pela Tariana Mara.

Referência: www.myspace.com/mallumagalhaes