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rolypoly2
em 9.Agosto.2018 por

Graphic novel Roly Poly une kpop lisérgico e tom existencialista

A vida deve ser tocada no volume alto. É o que pensa Phanta, protagonista de Roly Poly, primeira graphic novel do paulistano Daniel Semanas, ilustrador e designer de animação. Recentemente adicionado ao hall de autores da prestigiada Fantagraphics, Daniel usa a história da personagem para colocar alguns de seus próprios questionamentos filosóficos sobre a vida e a fé em pauta. Em “Roly Poly”, a riqueza visual do Kpop encontra na psicodelia uma forma de encher os olhos do leitor de uma forma imersiva. Bati um papo com ele sobre o projeto que será lançado no Brasil pela Mino Editora.   Leia mais

capa-montt
em 29.Outubro.2015 por

Entre o céu e o inferno com Alberto Montt

Enquanto conversamos sobre religião, Quino e língua espanhola, os olhos do quadrinista Alberto Montt buscam os traços nos meus braços, na capa do caderno de anotações e nos adesivos que seguro na mão. Para o chileno, a ilustração não é apenas o seu caminho para conversar com o mundo, mas também uma forma de encontrar respostas para perguntas como: Existe céu ou inferno? Quem tem mais seguidores, Deus ou o diabo? E se Jesus lesse Nietzsche?  Leia mais

lili-carre-malaguetas
em 28.Setembro.2015 por

O universo imprevisível de Lilli Carré

A Fantagraphics é essa editora incrível pra descobrir quadrinhos e novos artistas. A americana Lili Carré, de Los Angeles, não é tão nova, mas tem um ritmo de produção frenético, o que sempre reserva algumas surpresas fresquinhas. É certo que toda a ilustração começa com um traço no papel, mas com Carré, você nunca sabe onde ele vai terminar.    Leia mais

comicinvasioncapa
em 20.Abril.2015 por

Quando uma zine salvou meu dia

Cadernos, bloquinhos, rascunhos, canetas, recortes, agendas, diários e pedaços de papel sempre foram mais que saídas criativas, refúgios. E é muito estranho pensar como minha relação com a escrita mudou desde que mudei pra Berlim. Não só por respirar um lugar novo, mas porque a mudança de língua para alguém que trabalha essencialmente com palavras foi brusca, trouxe algum tipo de isolamento, junto com um processo estranho de auto-descontrução forçado pela distância da vida ideal e da rotina que tinha criado em São Paulo.  Leia mais

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