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papisa
em 17.Novembro.2016 por

Solte as bruxas com Papisa

Quem nunca quis ser bruxa depois de ter assistido The Craft (1996) com “How Soon Is Now?” tocando no fundo? Ou não morreu de medo e excitação ao mesmo tempo ao ver a poderosa Angelica Houston em The Witches (1990)? Saudade, Sessão da Tarde. Para as mais velhas, lembramos da Samantha de Bewitched (1964). E, para encher os olhos de colírio, Practical Magic (1999) com Sandra Bullock e Nicole Kidman encarnando Wiccas. Leia mais

boineon
em 21.Outubro.2015 por

“Recife tem se tornado um polo efervescente para se pensar e discutir cinema”, um papo com o diretor Gabriel Mascaro

Gabriel Mascaro é desse tipo de gente que não gosta de perder tempo. Perguntado se pode dar uma entrevista, antes de entrar em uma sala de cinema, ele responde, simpático: “Posso sim, aqui!“  Aqui? No corredor do cinema Abaton? O recifense aguardava a exibição do seu mais novo longa-metragem, Boi Neon, que teria estréia no Festival de Cinema de Hamburgo, na Alemanha. “Sim, aqui!”, fala ele, apontando enfaticamente para o chão do corredor. “Vou entrar com o Roger [Roger Coza, crítico argentino e curador da seção Vitrine, dedicada a filmes latinos], apresentar rapidamente o filme e nos encontramos aqui fora.” Leia mais

bozobacamartecapa
em 5.Dezembro.2014 por

A arte de rua nordestina em cinco artistas (1/2)

Ao mesmo tempo que absorve tendências mundiais da fine art, a arte de rua nordestina mantém impressa a cultura local com uso de xilogravuras, pixos e personagens do folclore brasileiro. Quem acompanha o blog, já leu a entrevista que fizemos com o artista Narcélio Grud em “Banksy é Cearense”. Neste ano, o Narcélio lançou “A Arte Urbana do Nordeste do Brasil”, um livro com 140 artistas que representam este cenário.  Leia mais

banksycapanarcelio
em 22.Outubro.2014 por

Banksy é cearense

“Não sei ser modelo não”, diz Narcélio Grud, desconfortável e na mira da câmera. O ‘look do dia’ do artista é formado por dois canos de mangueira presos em uma cinta abdominal preta. Nas mãos, dois freios de bicicleta controlam a entrada e saída de tinta de uma garrafa pet, que ligada aos canos, permite que as cores cheguem às caneleiras com dois pincéis de construção com um furo no meio instalados. A tinta escorre direto para o chão e ajuda o artista a pintar com o pé. “Estou me sentindo o Robocop.”

Ao redor de Narcélio, crianças e ativistas culturais de Berlim observam o teste de uma de suas gambiarras. Recentemente, o nordestino participou do Berlin Unlimited com uma exposição e uma palestra sobre suas instalações no Brasil e na Europa. Encontramos Grud no Tempelhof, antigo aeroporto da capital alemã desativado em 2012 e que hoje é uma dos maiores parques da cidade. Entre tintas e vassouras pincéis, conversamos sobre arte de rua nordestina, os muros do Brasil e Banksy. Leia mais