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em 25.Agosto.2014 por

#vidadefreela: O melhor horário para escrever, um guia para boêmios e madrugadas insones

Duas da manhã. Não planejei o que escrever hoje.

Para os criativos fãs das madrugadas insones, este é o horário da primeira crise de cansaço. O corpo e os olhos querem repousar, mas a cabeça ainda está muito ligada para deitar no travesseiro. É aquela hora perigosa que o limbo do scroll no Facebook tenta te seduzir. Você bloqueia a aba no navegador. Depois de um dia inteiro de trabalho, é no silêncio e na calmaria noturna que as ideias adormecidas pela rotina podem surgir. E é lá pelas 3h ou 4h que a insistência começa a inspirar. Aquele horário que a ausência de filtro do daydreaming e sensação de estar meio bêbado de sono se mistura a um último fio de lucidez, o necessário para digitar.   Leia mais

adam_band_netherlands
em 25.Junho.2014 por

“A sexualidade é sua e ninguém pode dizer o que você deve ou não fazer”: entrevista com a banda holandesa ADAM

Elas colocaram salto quinze no presidente russo Vladimir Putin, são fãs do Vengaboys e em seu último clipe, que já ultrapassou 10 milhões de visualizações no Youtube, tentam cantar enquanto se masturbam com um vibrador. Girlband holandesa, a ADAM é formada por Anna Speller, Eva Cleven, Loulou Hameleers, Sanne den Besten e Suzanne Kipping. Batemos um papo com elas sobre este tabu do universo feminino e, claro, música. Vem ver.  Leia mais

harry_clark
em 25.Fevereiro.2014 por

Uma livre apreciação das ilustrações sinistras de Harry Clark para Edgar Allan Poe

Sombras, personagens macabros, geometria, preto e branco, pontilhismo e espirais trazidos das partes mais perturbadas do sono para as páginas dos livros. Relembre ilustrações do artista de vitrais irlandês Harry Clarke, que viveu entre 1889 e 1931 e ficou famoso pelas ilustrações sinistras dos livros de contos do Edgar Allan Poe. Leia mais

Fahrenheit-451
em 6.Junho.2012 por

A mente por trás de “Fahrenheit 451″

Nesta terça (6), morreu Ray Bradbury, autor norte-americano de ficção científica conhecido por “Fahrenheit 451″, livro tão importante quanto “Admirável Mundo Novo”, do Huxley ou “1984″, do Orwell. Abaixo um trechinho de como ele escreveu o livro e um trailer do filme adaptado por Truffaut em 66, época em que os trailers eram muito mais legais. Esse é um dos filmes que mais marcou minha formação.

“Eu precisava de um escritório e estava sem dinheiro para isso. Então, certo dia, eu estava caminhando pela U.C.L.A. e escutei alguém datilografando no porão da biblioteca. Descobri que havia uma sala de datilografia onde você podia alugar uma máquina de escrever por meia hora a dez centavos de dólar. Leia mais