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em 22.Dezembro.2008 por

Hellsakura, Muzzarelas e Matanza no Hangar 110

Mais um Jägermeister Rock e na porta duas promotoras recebiam a galera com doses da bebida. Apesar de ter perdido as primeiras músicas “Metal Box”, “Janela Suja” e “You Punk You Rock” cheguei a tempo de ver o Hellsakura que tocou as músicas do álbum de estréia, Split feito em parceria com a banda japonesa Kamisori. A apresentação incluiu, “3 X Não”, “Gabba Roll” e a segunda metade do show ficou por conta das porradas “De Ponta Cabeça” e “Mel Pros Ouvidos”. Para fechar tocaram “Very Dark Sunday” e “Sem Resposta Sem Solução”.

Já tinha ouvido muito falar do Muzzarelas, mas nunca tinha visto a banda ao vivo e o show dos caras é muito bom. Com uma pegada punk rock e as letras divertidas do vocalista Alex Video, a banda formada por Stenio J. von Ziper (guitarra), Flávio FoFis (guitarra), Daniel E.T (baixo) e Victor Coutinho (bateria) tem uma energia muito boa, que muitas bandas novas não tem no palco.

Eram quase 22hs quando os riffs de “Santa Madre Cassino” começaram a ser tocados. Jimmy observando a galera presente perguntava “Qual é mesmo o nome da minha banda?” e o público respondia eufórico “Matanzaaaa”. Com a casa já cheia, eles tocaram “O Chamado do Bar”, “Taberneira”, “Clube dos Canalhas” e “Arte do Insulto”. Mais perto do meio do show, tocaram “Maldito Hippie Sujo” e como sempre ressucitaram o ídolo Jhonny Cash, tocando duas covers. Depois da pausa para a propaganda ao vivo da Jägermeister, a banda foi tocando uma levada de blues enquanto Jimmy recuperava o fôlego . Para finalizar ainda rolou “As Melhores Putas do Alabama” e o show foi encerrado com “Tempo Ruim”.

Foto: Mauricio Santana

Para ouvir as bandas:

Hellsakura
www.myspace.com/hellsakura
www.hellsakura.com.br

Muzzarelas
www.muzzarelas.com.br

Matanza
www.matanza.com.br
www.myspace.com/matanzacountrycore

em 16.Novembro.2008 por

Resenha Porcos Cegos – Gravação do DVD no Hangar 110

Primeiro show. Primeira roda de bate cabeça, meu primeiro passo na chamada “vida bandida” foi em um show do Blind Pigs. E já faz sete anos! Pouco tempo para a longa estrada do rock and roll, mas muito intenso para quem tem só 21, não é mesmo? Parei para refletir um pouco sobre a cena e percebi que várias coisas mudaram, mas outras pararam no tempo. Isso provavelmente virará um post nos próximos dias.

Minhas últimas andanças no main stream me fizeram esquecer o quanto os shows punks são divertidos e que o underground não existe só nos subúrbios “glamourosos” de Londres ou Nova York. Os anos passaram e a cena independente de São Paulo permaneceu, com seu estilo e atitude autênticos.

E o Blind Pigs, que agora é Porcos Cegos, contribuiu com algumas boas mudanças. Com o argumento que o português é uma “língua foda” eles abdicaram das letras em inglês e criaram ainda mais proximidade com seu público, iniciando uma nova fase da carreira e escrevendo mais uma página na história do underground paulista. Ontem no Hangar 110, comemoraram 15 anos de carreira com a gravação de um DVD.

A festança foi aberta pelo pop punk do The Razorblades. Passa-mal (vocal e baixo), Cani (guitarra) e Fifo (bateria) que começaram até antes do horário previsto, agitaram o pessoal que estava chegando. No show curto tocaram sons como “Little Girl” e “Let Me Go” além do cover de “Sheena Is A Punk Rocker”. Apesar de ficar devendo “Blond Devil” a apresentação foi bem legal, um aperitivo para o que estava por vir.

O segundo show ficou por conta de Jhun (vocais), Nako (guitarra e backing vocals), Kadu (baixo e backing vocals) e Minoru (bateria e backing vocals). O Slot que já me tinha sido recomendado pelos backing vocals impecáveis (que fui obrigada a concordar) tocaram vários sons da sua primeira demo com direito a gaita e destaques para a música “Rocker”.

Assim como todas as bandas muito pontuais, a família Skarrapatos chegou de Guarulhos em um verdadeiro clima de festa. A banda super animada já começou a aquecer a galera que começava a encher o Hangar. Sons como “Não Paro De Beber”, “Pro Puteiro Eu Vou” e “O Futuro Trago Comigo” foram pontos altos do show. Os vocalistas Klebaum e Paulinho tiraram todo mundo do chão e depois do beijo de Paulinho na fã, eles convidam o público a subir no palco, que ficou tão cheio a ponto de ter mosh!

Depois de mais de meia hora de espera e com a casa entupida de gente, marchas e trombetas começam a surgir e finalmente o show é aberto com “Para Incomodar”. Os Porcos Cegos começam a gravação e o Hangar em ebulição vibrou com sons do novo álbum como “Heróis e Rebeldes”, “Conquistas” e “Geração Domesticada”. Depois de uma breve pausa da banda pedindo para o pessoal se organizar, o segundo bloco foi marcado pelas já clássicas “Conformismo e Resistência”, “O Idiota”, “Sete de Setembro”, “Verão de 68” e “Av. São João”. O show durou cerca de uma hora e entre câmeras do palco e da platéia foi fechado com agradecimentos e mostrando o novo símbolo da banda. Entre outras coisas a gravação comemorativa mostrará que se depender dos fãs, ainda muitos anos virão.

Matéria e fotos para:
Vale Punk

Para conhecer os sons das bandas:

The Razorblades
www.myspace.com/razorbladesband

Slot
http://www.slotband.com/

Skarrapatos

http://www.skarrapatos-ko.com.br/

Porcos Cegos
http://www.blindpigs.com.br/

Hangar 110
http://www.hangar110.com.br/

em 13.Outubro.2008 por

Entrevista e resenha: Autoramas

Imagine aquele sábado de sol com os amigos se encontrando. Todo mundo juntando grana para a cerveja e se organizando para um fim de semana descompromissado na praia. Esse é o clima perfeito para ouvir Autoramas. Tem sons para todos os momentos, desde a bebedeira até a fossa no fim da noite. E foi em meio a essa maresia da surf music, new wave com um “que” de punk rock que encontramos Gabriel Thomaz, Flavia Curi e Bacalhau no camarim do CB Bar instantes antes do show no último sábado dia 11. A banda que se preparava para subir ao palco decidia os últimos detalhes do set list. Aproveitando o momento fiz uma breve entrevista com eles (e ela) falando sobre as novidades, planos para o futuro e as bandas que estão ouvindo no momento.

Quais são os preparativos para a turnê pela Europa agora no fim do ano?
Gabriel: É a nossa terceira turnê na Europa. Cada vez que a gente vai tem mais shows, tem alguns lugares que tocaremos pela primeira vez como na França por exemplo.

Quais são as diferenças dos álbuns mais antigos para o “Teletransporte”?
Gabriel: Eu acho que o “Teletransporte” tem arranjos melhores, letras melhores, as vozes estão melhores. Acho que é tudo melhor. Hoje demos uma entrevista e o cara perguntou se não é um clichê as bandas dizerem que o último é o melhor. Mas, é engraçado pois é um sinal de que ficamos satisfeitos com o último trabalho mesmo. O último disco tem sons mais variados, cada um tem uma cara e achamos que isso traduz melhor o que é o Autoramas.

A cena independente está crescendo cada vez mais, o que estão ouvindo agora de bandas novas?
Bacalhau: Ah, tem o Montage.

Gabriel: Tem o Canastra, gosto muito do Lendário Chucrobillyman que é um cara só, um “one man band”, toca guitarra, bateria com o pé.

Bacalhau: E ele já fez várias turnês pela Europa, tem muitos fãs por lá, o pessoal gosta.

Gabriel: E é muito legal, é muito bom. O disco dele é excelente. Tem várias coisas boas, mas não tem muitas coisas boas e sempre foi assim, de cem, dez por cento são bem legais. Como eu acho que dez por cento do rock and roll é bem legal, tem muito lixo, um monte de enrolação, um monte de cópia.

Bacalhau: Tem os caras que tem a mania de seguir a cartilha, né? Eu não sei quem inventou a cartilha, mas tem gente que segue. E esse lance das bandas independentes, eu estou esperando a hora de se tornarem profissionais, fazerem shows o tempo inteiro e fazer seus clipes um atrás do outro. Acho que a vitória do independente vai ser quando acontecer isso. O que eu vejo é que aparece uma banda em tal lugar, todo mundo fala, demora um tempinho e depois a banda some.

Gustavo: A gente precisa de carreiras mais duradouras e aí o lance pode ser legal. São poucas as bandas em que se vê isso, o Autoramas é uma dessas e é até difícil de lembrar quais são as outras. Tem bandas que tem uma média de 20, 25 anos como o Cólera e o Ratos (de Porão) que estão aí desde que o movimento punk começou.

O Bacalhau falou sobre as cartilhas. O Autoramas segue alguma?
Bacalhau: Não. Criamos nossa própria cartilha.

Gabriel: Um dos motivos de sermos chamados para tocar lá fora é exatamente por fazer um som original. Cópia, eles também tem. Cópia do Pixies, lá tem trinta, cópia de banda “MOD” tem um milhão. Nós somos chamados para fazer show justamente por causa disso, cada vez que tocamos o nome do Autoramas vai crescendo. E lá batemos uns papos com os caras e isso rende um bom conhecimento sobre o rock.

E as novidades? Vocês estão trabalhando em algum álbum novo?
Gabriel: Estamos sempre trabalhando em algo, mas esse vai ser um projeto especial. Estamos amarrando as coisas para ver como é que vai funcionar, ensaiando bastante. Achamos que o disco “Teletransporte” já fez o seu papel, fizemos muitos shows e a turnê internacional é meio que um fechamento, queremos fazer um disco com ela (Flávia) e já é o momento. Caminhamos para isso. É um projeto especial, algo diferente. Mas vamos ver, de repente podemos mudar de idéia na última hora. Está bem legal, eu estou tocando uns instrumentos diferentes, a Flavia e o Bacalhau também.

Em volta um público bem diversificado, típico de banda que atira sem alvo. Tinha sósia do Robert Smith, gente mais velha, mais nova, mais hype, mais “não-sei-o-que-estou-fazendo-aqui” e mais fã. Uns vinte minutos antes da banda entrar, o DJ já começava a tocar uns sons mais conhecidos para ir aquecendo a galera. Os cariocas abriram o show sem atraso com a música “Motocross” que teve direito a coreografia de Gustavo e Flavia. Daí para frente foram 24 sons só interrompidos para recuperar o fôlego com um gole ou outro de cerveja.

O som do power trio é cheio como de uma banda de cinco ou seis integrantes. Em nenhum momento do show dá para perceber espaços vazios entre as músicas e o entrosamento, mesmo o de Flavia que é mais nova na banda e que fez sua estréia no próprio CB, é como de quem já toca junto no mínimo a 20 anos.

Além dos sons mais conhecidos e das faixas mais recentes do álbum “Teletransporte”, ainda tocaram “Minha fama de mau” do cantor Eramos Carlos, que assim como a Jovem Guarda é uma influência perceptível em algumas de suas músicas.

Não tinha assistido ainda ao show com a nova baixista Flavia, que além de ter uma presença de palco charmosíssima a la Melissa Auf Der Maur é uma das melhores que vi nos últimos tempos, melhor inclusive que vários caras. Abusa de algumas distorções do pedal (que se não me engano) é um Danelectro e explora o instrumento de várias maneiras tocando com palheta e sem palheta, além de manter o viés feminino que quebra a agressividade de alguns sons da banda.

Para finalizar o show caprichado, os cariocas fazem uma pausa para o descanso e voltam para mais duas músicas. Como o próprio Gabriel disse: “O Autoramas em sua melhor forma e fazendo seu RRRRock!”

Site oficial: autoramas.uol.com.br
MySpace: www.myspace.com/autoramas
Trama Virtual: http://tramavirtual.uol.com.br/autoramas

Fotos by: Tariana Mara 
Para ver mais…www.zonapunk.com.br
em 27.Setembro.2008 por

Show do Vanguart no Sesc Pompéia

Em um lugar distante, longe das franjas alisadas e das maquiagens pesadas, existe uma banda sem máscaras e que lembra muito o espírito “make your self” da década de 60.

Embalado por um clima romântico e juvenil, o show do Vanguart na última quinta-feira, no Sesc Pompéia, contou com as participações mais do que especiais de Mallu Magalhães e Lobão. A cantora Cida Moreira infelizmente não pôde comparecer por conta de um acidente, mas foi homenageada pela banda de forma carinhosa em várias partes da apresentação.

De Cuiabá para São Paulo, o vocalista Helio Flanders trouxe baladas blueseiras e sem pieguices, batidas folk e poesia, mas os sons mantém a agressividade do rock and roll de uma forma muito espontânea. No show aberto com a música “Para abrir os olhos”, quem subiu primeiro foi a cantora Mallu Magalhães, que entre outras músicas fez um dueto tímido, mas muito bonito na música “ The last time i saw you”. Antes de se retirar Mallu recebeu uma flor do vocalista, provocando suspiros na platéia.

Os fãs cantaram as letras da banda em português, inglês e espanhol. Quando Lobão pisou no palco com cara de pai orgulhoso, os olhares curiosos aguardavam o próximo som enquanto Helio falava da importância da influência do cantor em sua carreira.

Para finalizar, ainda tocaram “Beloved” cantada pelo baixista Reginaldo Lincoln, “Los Chicos de Ayer” em homenagem a cidade natal da banda e depois do clichê (vai embora, mas volta) encerraram a apresentação com a esperada “Semáforo”.

Espero sinceramente que desse lugar de onde vieram, ainda venham muito mais e tão bons quanto eles. Se desfazer dos enlatados, às vezes pode ser muito prazeroso.

em 22.Setembro.2008 por

Entrevista com Ecos Falsos

“Em vez de estar escrevendo isso, eu preferia estar produzindo um disco dos Ecos Falsos. Por quê? Porque quando eu fui ouví-los todo orgulhoso com a farinha da minha experiência, eles vieram com um bolo inesperado, e eu comi até mais do que queria. Esses profanos, esses agnósticos, esses heréticos são bons pra diabo!” Tom Zé

Assistindo ao show do Ecos Falsos na sexta no Outs, fui obrigada a concordar com o mestre tupiniquim. Em meio a um clima descontraído, quase familiar, a banda abriu a apresentação com “Bolero Matador”. O troca-troca de instrumentos e o revezamento de vocais durante o show mostrou que os caras não se preocupam com a disposição padrão no palco e as diferenças gritantes entre as músicas refletem as variadas influências da banda. O público animado dançou ao som de “A revolta da musa”, “A última palavra em fashion”, a introspectiva “Reveillon”, que já concorreu ao VMB, e “Sobre ser sentimental” que lembra os melhores sons do “Lullabies to paradise” do Queens of Stone Age.

A banda formada em 2002 por Gustavo Martins, Daniel Akashi e Felipe Daros (vocais, baixo e guitarra) e Davi Rodriguez (bateria), tem entre suas influências Frank Zappa, e Ultraje a Rigor, o que não poderia dar resultado melhor. O jeito debochado dos caras e sua crítica ao hype lhe renderam algumas dificuldades no início da carreira, mas foi justamente a crença no que fazem que o destacaram das bandas atuais.

Aproveitamos e batemos um papo com Daniel, Davi e Gustavo. Felipe tinha cortado o pé e apareceu na hora do show, por isso tocou sentado. Eles falaram um pouco sobre a cena indie, as participações de “Descartável vida longa” e prometeram material exclusivo para os fãs.

Para ver a entrevista na íntegra passa lá no Zona Punk.

em 14.Setembro.2008 por

Show do Matanza no Outs

“Farra pra tudo é um bom remédio e só um idiota completo morre de tédio. Queremos todo dia tudo isso, o que a vida tem de bom!”

Latas de cerveja vazias, pertences perdidos pelo chão e muitas, mas muitas camisetas molhadas de suor. Foi só o que sobrou no Outs ontem depois do show do Matanza. Os caras colocaram a casa de cabeça para baixo e os fãs fiéis enfrentaram a chuva fina e a fila que chegou a 1 km às 2hs da madruga para ver os cariocas se apresentarem.

O show foi aberto pela banda de metal core paulistana Desgraciado, que apesar de alguns problemas técnicos mandou bem seu recado. A pegada rápida do punk rock, com peso de metal e muitos guturais, mantém a fórmula abençoada dos sons pesados e sem frescura, bom como há muito tempo não ouvia. Para aquecer a galera, os caras ainda tocaram “Cidade dos meus pesadelos” do Cólera e “Polícia” dos Titãs.

Depois da espera angustiante dos fãs, um a um os caras sobem ao palco. Quando finalmente o vocalista Jimmy completa a formação, várias rodas de bate-cabeça se espalham pela casa ao som de “A arte do insulto”, “Ela roubou meu caminhão” e “Eu não gosto de ninguém”. Nunca vi o Outs ficar tão pequeno. Tinha gente nas escadas, em cima das cadeiras e vez ou outra eu era surpreendida por alguém passando em cima da minha cabeça, em um dos “moshes” que a galera fez.

De acordo com a nota do guitarrista Donida no site, o show foi feito com Mauricio Nogueira (ex-Torture Squad). Como de bom costume levantaram o Jhonny Cash da cova com as covers e os palavrões e insultos soavam para a platéia como um convite a próxima música. Na saideira da banda, já dava pra sentir a ressaca chegando, mas a sensação nunca foi tão extasiante.

Que os shows do Matanza são cheios de energia e que não deixam a desejar quando o assunto é interação com o público eu já sabia. Mas, só quando estamos no empurra-empurra, transpirando música, dando risada e ouvindo os nossos sons preferidos, que percebemos a importância desses momentos em nossas vidas.

Para conhecer o som do Desgraciado entre em:

http://www.myspace.com/putodesgraciado

Para saber informações sobre o Matanza:

http://www.matanza.com.br/

Ps1.: Essa foto foi uma colaboração e um sacríficio do meu casal de fotógrafos preferidos Rafael Ramos e Tariana Mara.

Ps2: A frase de “Clube dos canalhas” é dedicada para a Erika, Litha, Jhon e Du, companheiros de rolê e para todos nós que adoramos fanfarronear, ebaaaa!

Para ver a resenha na íntegra dá uma passada no Zona Punk.

em 8.Setembro.2008 por

Forgotten boys em show acústico do SESI

Forgotten boys faz show acústico no SESI e fala sobre o álbum novo “Louva-a-deus”.

Auditório cheio, violões, banquinhos, Chuck e Gustavo se revezando nos vocais. No show da última sexta-feira, dia 5, no Teatro do SESI Paulista, aproveitamos o clima acústico, mas com toda a energia que um bom show de rock and roll pede, para falar um pouco sobre “Louva-a-deus” e os planos do Forgotten boys para o futuro.

Mal acabaram de chegar da turnê latino americana, Chuck Hipolitho (guitarra e vocal), Zé Mazzei (baixo), Gustavo Riviera (guitarra e vocal) e Flavio Cavichioli (bateria e percussão) já arrumam as malas para divulgar o álbum produzido por Roy Cicala (Jimi Hendrix e John Lennon) pelo Brasil. Segundo eles, as influências não pesaram na hora de compor, mas mesmo assim fazem uma homenagem simbólica aos ídolos na capa do álbum.

Além de vários sons da banda com roupagem acústica, os caras tocaram Victoria, dos ingleses do The Kinks e ainda a clássica You Can’t Always Get What You Want, dos Stones. Para finalizar eles levantaram a galera das poltronas com Diesel.

Para saber por que eles largaram as gravadoras e lançaram “Louva-a-deus” por selo próprio, confira a entrevista que eu fiz com os caras na íntegra no www.zonapunk.com.br

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