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O Malaguetas é feito pela Talaguim.

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em 27.Agosto.2015 por

Teufelsberg: de torre de espionagem a galeria de arte e playground urbano

Já foi a época em que era preciso passar por um buraco na cerca e correr de seguranças para conseguir visitar a Teufelsberg, a Montanha do Diabo, parte da lista de intrigantes espaços abandonados de Berlim. Usada pelos Estados Unidos na Guerra Fria para prevenir ‘seu lado do muro’ de ser invadido pelos soviéticos, hoje se fortalece como a maior galeria de arte urbana da capital com obras de 180 artistas, recebendo até 400 pessoas por final de semana. Leia mais

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em 3.Fevereiro.2015 por

[Vídeo patrocinado] Usando satélite, INSA cria graffiti animado que pode ser visto do espaço

Insa é um artista de rua britânico que mistura graffiti e GIFs. Usando uma técnica de inversão de cores, ele fotografa quadro a quadro e transforma seus murais em obras animadas, o que ele chama de GIFtis. Parte da campanha “Mantenha-se Verdadeiro”, a convite da Ballantines, Insa realizou o sonho de levar a ideia para outro nível. Um nível, digamos, além da Terra.  Leia mais

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em 11.Agosto.2014 por

Um grafiteiro paulistano conquista Hamburgo

O cara é estiloso, nota-se. Nos pés, os sneakers pretos do estilista inglês de origem turca Hussein Chalayan estão sujos de tinta branca. “Vou tentar limpar, tomara que saia”, diz João Paulo Cobra, conhecido como NOVE, grafiteiro paulistano de 31 anos.

Os sneakers estão sujos por uma boa causa. No dia anterior, ele pintou por dez horas um mural no Millerntor, estádio do time cult de Hamburgo, o Sankt Pauli. E haja tinta. Na mesma semana ele fez sua estreia na cidade com “Liberty of your mind”, uma peça de 18 metros de altura por 20 de largura no terreno do festival de música Dockville. O evento é realizado em Wilhelmsburg, a maior ilha fluvial povoada do mundo depois de Manhattan. Leia mais

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em 9.Julho.2014 por

Berço do graffiti como conhecemos hoje, as ruas do Brooklyn são famosas por atrair artistas para intervenções. E nos últimos tempos, com o Instagram e a possibilidade de acompanhar as residências artísticas nas esquinas do bairro na tela do celular, jovens artistas aproveitam a exposição online para fazer do bairro um palco para suas experimentações.

Uma delas é americana London Kaye, que usa duas agulhas e novelos de lã para crochetar bailarinas, monstros, pavões e mensagens subliminares de ‘Breaking Bad’ em grades de estacionamento e estações de metrô do bairro. Recém-formada, ela trabalha metade do dia como assistente técnica na Apple Store e o resto do tempo é gasto crochetando. Após a residência do Banksy em Nova York em 2013, ela se inspirou a ir além e começou a reproduzir obras de outros artistas com lã. E ainda não faz ideia da onde a ideia vai dar, mas continua tentando. Leia mais