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em 2.Junho.2014 por

Primavera Sound 2014: as cinco coisas que mais curtimos

Teve sol, teve chuva, teve jámon e cerveja à vontade. O Primavera Sound acabou neste sábado, mas já deixou saudade em nossos corações. Este foi o nosso primeiro festival europeu e as comparações foram inevitáveis, mas os aprendizados maiores ainda. Nesta lista, reunimos os melhores momentos e motivos para você preparar sua primeira viagem à Barcelona em 2015, ano que o festival comemora 15 anos. Leia mais

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em 30.Maio.2014 por

“It feels so good in the bay”: as imagens do segundo dia do Primavera Sound

“Se pasaron con los graves”. De todos os comentários sobre o show da banda de Josh Homme, este é o escolhido para definir a apresentação dos californianos no Primavera Sound. O Queens of The Stone Age foi a principal atração da noite de quinta (29) e tocou um setlist que equilibrou o melhor da sua discografia com as distorções mais graves que os amplificadores suportaram. Leia mais

em 8.Maio.2012 por

Como sobrevivi ao festival Metal Open Air

O último show do festival, da banda Korzus

Os ônus e bônus das coberturas musicais ou como sobrevivi ao festival Metal Open Air

Ainda no início da carreira, quando você decide ser repórter musical, os amigos e familiares não levam muito a sério. O principal argumento é que trabalhar assistindo  seus shows favoritos, na maioria das vezes sem pagar ingresso – levando em consideração os preços atuais – e escrever sobre o assunto não é o ideal de trabalho considerado adulto.

Estou escrevendo aqui motivada por algumas experiências que tive no último ano, mas principalmente pela cobertura do festival Metal Open Air, que aconteceu, ou deveria ter acontecido, entre os dias 20 e 23 de abril, em São Luis, no Maranhão. Leia mais

em 11.Abril.2012 por

Arctic Monkeys encerra Lollapalooza com rock cru e poderoso; veja como foi o festival no domingo

Foi diante de 60 mil pessoas –segundo dados da produção– que os ingleses do Arctic Monkeys tiveram a responsabilidade de encerrar a primeira edição brasileira do festival Lollapalooza. Debaixo de chuva, na noite deste domingo (8), o grupo mostrou no palco do Jockey Club de São Paulo por que foi escolhido por uma revista inglesa como a melhor banda ao vivo de 2011.

Muito mais à vontade no palco e carismático do que em 2007, quando foi atração do extinto Tim Festival Brasil, o vocalista Alex Turner mostrou sua nova fase bad boy, com um topete bem arrumado, e deixou nos sorrisos e nas expressões faciais sua comunicação maior com a plateia.

A banda entrou no palco às 21h30 ao som de “Don’t Sit Down Cause I’ve Moved Your Chair”, do álbum mais recente do Arctic Monkeys, “Suck It and See” (2011). O repertório contemplou muito bem o início da carreira do quarteto: “Brianstorm”, “The View from the Afternoon”, “Still Take You Home”, “Pretty Visitors” e “I Bet You Look Good on the Dancefloor”, dedicada às mulheres na plateia, tiveram companhia de um coro da multidão. Leia mais

em 16.Novembro.2011 por

Como sobrevivi ao camping do festival SWU

…ou dicas para acampar em grandes festivais.

Antes de começar esse post, quero dizer que não sou fresca. Mas isso também não quer dizer que todos os perrengues passem despercebidos. Ninguém é de ferro, não é mesmo? Pois bem, na sexta-feira, depois de procurar por hotéis e mais hotéis em Paulínia com preços caríssimos eu e meu namorado chegamos à conclusão de que deveríamos acampar no SWU.

Compramos o lote para uma barraca de dois (R$512 por causa da taxa de conveniência) e fomos à luta. Logo na entrada, essa taxa de conveniência pareceu meio sem sentido, já que tínhamos que pegar os convites na entrada principal debaixo de um sol do cacete. Nada conveniente. Mas a fila andou.

Muita gente reclamou da revista, mas até que achei a primeira rápida. Fora que não faz mal tomar algumas medidas de precaução, nunca se sabe o quanto as pessoas podem ser loucas… E é aí que chegamos ao passo um: Leia mais

em 12.Novembro.2010 por

Ultra Music Festival @ Chácara do Jockey

Em sua primeira edição no Brasil, o Ultra Music Festival reuniu quarenta atrações na Chacára do Jockey, em São Paulo. Importado dos Estados Unidos, o UMF é conhecido por reunir grandes nomes da música eletrônica em mega-apresentações. A edição brasileira não foi diferente e reuniu 20 mil pessoas.

Sem horários de line-up previamente divulgados, o festival abriu os portões ao meio-dia, segundo informou a organização do evento, duas horas depois do previsto. Logo na entrada principal, estava estruturada a primeira tenda, em que o DJ Carl Cox e seus convidados apresentariam os sets no decorrer do dia. Leia mais

em 31.Agosto.2009 por

Resenha GAS – Guaraná Antarctica Street Festival

Cheguei na Chácara do Jockey por volta das 18hs30 [atrasada, pra variar] e já tinha rolado o show do Vivendo do Ócio, Marauê e Voltz. Mas, ao subir a ruazinha que levava a pista principal já dava pra sentir uma prévia das experiências que estavam disponíveis. A entrada começava com um espaço onde rolavam disputas de vários bboys, um pouco mais acima tinha uma pista de skate/BMX com alguns caras andando e grafiteiros trabalhando em telas em branco.

Foi escurecendo e a ruazinha iluminada com luzes verdes deu uma ressaltada na decoração do lugar. A primeira coisa que vi foi o stand da Microsoft/XBox bombando de gente jogando basquete [sorry, não sei o nome do jogo], Rock Band e Tony Hawk. O espaço era compartilhado com a exposição do documentário “Vida Sobre Rodas” dirigido por Daniel Baccaro com fotos de consagrados skatistas brasileiros em manobras e imagens de infância, dentre eles Sandro Dias, Bob Burnquist, Lincoln Ueda, Cristiano Matheus, Fabiola da Silva [representando as meninas] Otávio Neto e Edgar Vovô. O documentário tem previsão de estreia para o primeiro semestre de 2010.

Um pouco mais para frente tinha uma espécie de feirinha, onde marcas de skate vendiam shapes, camisetas e diversos produtos. Do outro lado estava a Super Bowl, uma rampa em forma de piscina de 27 metros vinda direto de Califórnia lands. Lá os personagens de Vida Sobre Rodas mostraram em manobras individuais e em duplas porque são os melhores do país. Tentei entrar, mas infelizmente não consegui, parei e fiquei assistindo o que rolava dos telões do lado de fora mesmo até que dois caras começaram a correr em volta de mim (??) e de repente um desceu a porrada no outro e eu fiquei ali no meio, quase levei uma de graça também.

Faltou arroz e feijão

No meio de tudo isso estava o palco e no palco era hora da banda Cine. [DEUS! Que desespero.] Com roupas coloridas à la anos 80 eles subiram ao palco super animados e tocaram sons do álbum de estreia Flashback como “Chamada Perdida” e “As Cores”. A cada troca de música as fãs de cabelos estrategicamente penteados para a esquerda (assim como o vocalista DH) iam aos berros. A banda arriscou fechar o show com “Blood Brothers” do Papa Roach, os primeiros riffs até me deixaram esperançosa, mas não deu. O vocalista ia de um lado a outro sem fôlego e dando várias firuladas um tanto quanto enganosas, além daquele tecladinho bizarro e fora do tempo no meio das músicas que não me convenceu. Pois é DH, precisa treinar mais um pouquinho.

Não entendi

Trocas de equipamentos e algumas voltas no espaço depois começou o show da Fresno. Divulgando o último trabalho, o álbum Redenção, eles tocaram sons conhecidos como “Uma Música”, “Alguém Que Te Faz Sorrir” e as mais antigas “Velha História” e “Quebre as Correntes”. Confesso que depois da Cine, eles me pareceram musicalmente bem melhores. Mandaram bem em “Radio Gaga” do Queen [que a meninada deve ter achado que era algum som novo] e para finalizar, Lucas ligou um sintetizador, fez uns ruídos meio desconexos e deixou eles rolando enquanto a banda se despedia da platéia…

Champagne e água benta

Charlie Brown é uma daquelas bandas que você ouve e sabe de todas as letras mesmo que não queira, eles tocam em comercial, programa de TV, rádio e qualquer barraquinha que venda CD. Por causa disso e de muitas outras situações esses sons lembram muito minha adolescência. A banda [de Chorão] estava fazendo a última gravação para o DVD da turnê e eles desceram à porrada tocando os sons com mais pegada de rock de seus álbuns por causa de um defeito na guitarra de Thiago Castanho. Mesmo sem a formação que deu origem a banda, os músicos continuam muito bons e Chorão num misto de comemoração e animação abriu uma champagne e jogou no pessoal falando trezentas vezes que o skate estava em suas veias. A pista tradicionalmente montada no palco, tinha ninguém menos que mineirinho. No setlist estavam a bonitinha “Me encontra” do novo álbum Camisa 10, joga bola até na Chuva, “Rubão”, “Zóio de Lula” e algumas das minhas favoritas “Proibida pra Mim”, “Hoje eu Acordei Feliz” e “Champagne e Água Benta”. A galera pediu “Confisco” mas não rolou. Ao invés disso teve uma session de “Tree Little Birds” e uma cover malandra de “Break On Through” dos Doors.

Atitude, vinho e hardcore

O Face to Face subiu ao palco por volta das 23hs e mostrou porque depois de tantos anos ainda é referência para muita gente. Sem roupas coloridas, sintetizadores forçados ou champagne os caras tocaram um som atrás do outro sem nenhuma dó ou firula com o público. O bem humorado vocalista Trever Keith já entrou falando que como eles não tinham álbum novo iam tocar as velhas mesmo [haha, como se alguém fosse se importar], falou várias vezes que queria voltar ao país já que eles estão ficando velhos e não tocarão por muito tempo e revelou um interesse [piada?] de abrir um show do Iron Maiden. Entre uma taça de vinho e outra passaram por toda a discografia com “Disconnected” que um fã subiu para cantar junto, saiu correndo e pulou do palco, “I Want”, “Blind”, “A-OK”, “I Won’t Lie Down” e o show aparentemente tinha acabado. Começou até a rolar um comercial da Antarctica quando os fãs começaram a gritar, eles voltaram, ligaram os cabos sem roadie e mandaram mais uma para a alegria da galera que foi tanta que até invadiu a área VIP sendo retirada [de um jeito muito estúpido, sem necessidade] pelos seguranças.

Para quem quiser saber os ganhadores dos concursos de grafite e skate amador é só entrar no site.

Enquanto isso, a Chácara do Jockey fica guardadinha pro Killers.

1ª foto: Marco Gomes. Mais fotos: Divulgação.

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