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em 16.Junho.2010 por

Informações sobre o SWU Festival

Bom, acabou agora pouco a coletiva do SWU (Starts With You) Music and Arts Festival. Acompanhei por um live streaming e passei algumas informações pelo Twitter pra quem me segue. Outras vou passar quentinhas por aqui. O festival, que nada tem a ver com Woodstock, faz parte de uma grande campanha de sustentabilidade feita pela TotalCom e vários parceiros.

Depois do grande discurso sustentável e de dizer que a proposta é aproximar o jovem de atitudes que ajudem o mundo a ser um lugar melhor, Eduardo Fischer chamou o The Groove Concept, responsável pelo Maquinária, para falar sobre a curadoria artistíca e um pouco da estrutura do festival. Foram visitadas 30 fazendas de São Paulo até chegar a conclusão de que a Fazenda Maeda é a que tinha maior estrutura e as opções que mais iam de acordo com o conceito do festival. Fischer diz que até os banheiros serão usados como mídia que passe para o jovem a importância do meio ambiente no planeta. Pra isso também serão feitos fóruns com palestrantes nacionais e internacionais. Leia mais

em 10.Maio.2010 por

Dica de livro: Glastonbury, Another Stage

Já mostrei aqui procês o anuário de festivais 2009, muito bonito graficamente e com várias histórias e imagens de grandes festivais europeus. Recentemente, a fotógrafa Venetia Dearden desenvolveu um projeto muito parecido, mas só com imagens e situações peculiares do Glastonbury, para comemorar o 40º aniversário do festival. As imagens de “Glastonbury Another Stage” também estão sendo expostas na Mulberry’s Flagship, em Londres.

O livro vem numa bolsinha bonitinha e sai por 29 euros (mais conhecidos como 50 reais) e é entregado no mundo todo. Aceito de presente.

orbital_kaballah
em 23.Março.2010 por

Minha primeira rave

O que para muitos pode parecer uma experiência tardia, pra mim era uma curiosidade completamente nova, já que sempre preferi sair pra ver bandas ou curtir um boteco sujo com os amigos e um violão por aí. Por causa disso, ir a um festival de música eletrônica era um item da minha “musical to do list” que estava ficando complicado de cumprir, ainda mais com cada vez menos festas rolando depois dos famosos problemas da Tribe. Leia mais

em 4.Fevereiro.2010 por

Flyer Grito Rock 2010 – Belo Horizonte

Para quem não conhece, o Grito Rock é um projeto super legal que começou em 2003 como iniciativa do pessoal do Espaço Cubo, que queria criar um festival que pudesse reunir bandas para tocar no período do Carnaval de forma auto sustentável e independente. A ideia foi crescendo, ultrapassou fronteiras dos estados brasileiros, foi consolidada com o surgimento da ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes) e a realização do Circuito Fora do Eixo e hoje já pode ser considerada um grande movimento que incentiva a produção musical nas cinco regiões do país e também na América Latina, já que a edição de 2009 contou com representantes no Uruguai, Argentina e Bolívia.

Vi no Anorak um dos pôsteres desse ano e achei bem legal o trabalho do ilustrador Juliano Augusto (JJBZ) pro circuito de Belo Horizonte. No site você também pode encontrar algumas datas programadas pelo Brasil. Aqui em São Paulo ele é realizado em parceria com o coletivo Escárnio e Osso! e conta com o apoio de alguns parceiros paulistas.

em 12.Novembro.2008 por

Planeta Terra 2008

Cheguei ao Festival meio atrasada, mais especificamente no finzinho do show dos mato-grossenses do Vanguart. Mas, ainda consegui ouvir as duas últimas músicas “Hey Ho Silver” e “Semáforo”. O show acabou e saí correndo para o indie stage para ver o multinstrumentista Curumin, que entre os vocais e a bateria tocou sons como “Compacto” e “Caixa Preta” que deixou a pista com clima de pancadão.

Já estava chegando o horário da Mallu Magalhães dar seqüência as atrações do main stage, então voltei pra lá e já estava rolando “Tchubaruba”. A banda que usava cartolas fez um bom show, mas muito tranqüilo para o que o público estava esperando. Sons como “Vanguart” e “Folsom Prision Blues” foram grandes destaques da apresentação. Voltei correndo para o indie para ver o Animal Collective e a apresentação foi uma loucura, diferente de tudo que eu já tinha assistido, um mistura de vários ritmos e ruídos diferentes, uma atmosfera lisérgica. Como o show acabou pertinho do The Jesus and Mary Chain começar, acabei perdendo Foals. Os escoceses fizeram uma apresentação com seus maiores clássicos, mas achei morna e sem surpresas.

Enquanto rolava Spoon no indie, eu pulava e cantava sucessos que embalaram minha adolescência com o Offspring, um dos primeiros grandes shows da noite. Com o quarteto bem mais velho para algumas de suas letras, o público (inclusive eu) mesmo sabendo do tempo de carreira da banda, esperava os garotos de dez anos atrás. Mas, foi um revival do álbum Americana, eles tocaram os maiores hits, “Have You Ever”, “Why Don’t You Go Get A Job”, “Walla, Walla” e ainda “The Kids Aren’t Alright” e “Pretty fly (for a white guy)”, um show cheio de energia e rodas de bate cabeça.

Na segunda música do Bloc Party, o palco principal começou a esvaziar e nem o pedido de desculpas do vocalista Kele Okereke pelo acontecido no VMB fez o público voltar. Enquanto isso, o Breeders arrasou no indie, resenha que você confere no post acima, um caso a parte.

E o show mais aguardado da noite já começava a demorar para quem estava muitas horas em pé. Dei uma volta na Vila dos Galpões, visitei a feirinha do Mundo Mix, o setor de reciclagem e o DJ stage que estava meio vazio. Finalmente os Kaiser Chiefs sobem ao palco e abrem o show com “Everything Is Avarage Nowadays” e o tecladista Nick Baines que ficou internado em São Paulo, mesmo doente compareceu e fez a alegria dos fãs. Além de ser chamado de herói diversas vezes, com um português arranhado, pelo vocalista Ricky Wilson. Com exceção de suas piadinhas cansativas e o som que estava estranhamente baixo, ele literalmente se jogou no público e o show foi fantástico! Tocaram “Ruby”, “Angry Mob”, “Everyday I Love You Less And Less”, “Modern Way” e “I Predict A Riot”. A galera com vários papéizinhos pediram “Na Na Na Na Na” e o pedido foi atendido. Sem dúvida o melhor show do main stage.

E assim acabou o mais esperado festival do ano. Organizado, pontual e regado a cerveja gelada, bandas ótimas, pessoas diferentes…Uma overdose musical.

Foto: Reinaldo Marques (Terra)
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