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Foto: Larissa Dare
em 16.Setembro.2016 por

Inspirada por Jung e Regina Spektor, Bian quer representatividade lésbica no pop

“Quem olha para fora, sonha. Quem olha pra dentro, desperta”. A frase de Jung representa o conceito central da psicologia analítica, a individuação. O processo de desenvolvimento humano tem como base a integração do yin e yang dentro de cada um e a distinção do que é ou não consciente. É uma busca por autoconhecimento que envolve encarar traumas, medos, angústias e se conectar com o Eu superior para encontrar a sabedoria divina. Fã do psicanalista e estudante de psicologia, a artista carioca Bian passou os últimos anos usando a música como canal para acessar o universo interno.  Leia mais

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em 20.Maio.2016 por

Problema de todas: Clarice Falcão deixa o ukelele de lado e investe no violão e no bom humor em “Problema Meu”

Há quem condene as inimigas, mas Clarice Falcão prefere deixar a rivalidade de lado e convidar com a voz doce: “Toma um chope comigo, vagabunda/ Que eu sei a vagabunda que eu sou/ Repara que conexão profunda/ De ter compartilhado o mesmo amor”. O refrão de “Vagabunda”, inspirado em uma história real de sororidade, é a cereja do bolo eclético de Problema Meu. Leia mais na reportagem para a Rolling Stone Brasil, parte de um especial para o Mês da Mulher.

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em 1.Março.2016 por

“O que importa é ter a segurança de quem você é”: entrevista com Liniker

Na primeira vez em que Liniker entrou no estúdio com Os Caramelos para tocar “Louise du Brésil”, veio a intuição: “Alguma coisa vai acontecer”. E o sentimento estava certo. A energia provocada pela simbiose musical com a banda de oito integrantes contabilizava, até o fechamento desta edição, 1,4 milhão de visualizações no YouTube, entre as faixas “Louise…” e “Zero”. A musicalidade sofisticada da soul music unida à voz rouca e ao turbante vistoso do artista resultam em um projeto original e refrescante. Leia mais na Rolling Stone Brasil de fevereiro e conheça algumas faixas do artista abaixo. Leia mais

pixlripped_anaribeiro
em 19.Maio.2015 por

Desenvolvedora para Oculus Rift, Ana Ribeiro faz homenagem aos jogos da década de 80

Em Pixel Ripped, para Oculus Rift, você é uma garotinha jogando um Game ‘Girl’ no ano de 1989. Com pegada nostálgica e uma mistura de 3D e 2D (uma espécie de ‘Inception’ 8bit), os personagens saltam da tela de uma realidade para outra e se tornam jogáveis! Estão dizendo por aí que é uma saudosa homenagem aos jogos que formaram uma geração de gamers. Leia mais

malagas1
em 26.Novembro.2014 por

“Ter o Darín no filme é como ter Neymar no time”: entrevista com diretor de “Sétimo”

O diretor espanhol Patxi Amezcua gosta de fazer uma brincadeira com os próprios filhos. Eles fazem uma corrida para ver quem chega primeiro ao andar térreo do prédio onde vivem, em Madri: as crianças descendo as escadas ou o cineasta pelo elevador. Foi daí que nasceu a ideia para a trama de “Sétimo”, filme ambientado em Buenos Aires que narra o sequestro dos filhos do personagem interpretado pelo ator argentino Ricardo Darín.  Leia mais

singleparents
em 6.Agosto.2014 por

“Não basta fazer um bom disco”: um papo com Single Parents sobre indie e inspiração

Guitarras altas, letras sobre conflitos internos e Sonic Youth como referência. O quarteto paulistano de lo-fi e pós-punk formado por Fernando Dotta (voz, guitarra), Zeek Underwood (guitarra), Martim Batista (baixo) e Rafael Farah (bateria), tem vivido sua maior colheita desde o lançamento de “Unrest”, em 2012. No último ano, a banda fez shows no Primavera Sound, se apresentou com Sebadoh e Dinosaur Jr. e firmou parcerias com a Converse e Red Bull.

Em paralelo, Fernando e Rafael tocam a Balaclava Records, que ajuda a organizar o trabalho da banda e lançar projetos parceiros enquanto se firma como selo e produtora de shows. Sem pressa, o Single Parents tem planos de lançar um novo álbum em 2015 e até lá vive as dores e delícias de ser independente. Batemos um papo com Dotta sobre a cena de São Paulo, música, anos 90 e saudosismo musical. Leia mais

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