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em 16.Junho.2010 por

Entre cervejas e pipocas: Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax no cinema

Entre cervejas e pipocas, headbangers e famílias com crianças, começou às 21h da noite desta terça-feira (22), em salas de cinema de São Paulo, a transmissão de “The Big Four”, show que reuniu Anthrax, Megadeth, Slayer e Metallica no festival itinerante Sonisphere, em Sofia, na Bulgária.

O evento foi transmitido simultaneamente para 800 cidades de 31 países durante aproximadamente quatro horas. Em São Paulo, o show foi visto no Cinemark do shopping Eldorado e o UCI do Jardim Sul. Os ingressos foram esgotados nas duas salas paulistanas.

Por causa das diferenças de fuso horário, a exibição nos Estados Unidos e América Latina aconteceu com cerca de duas horas de atraso em relação à apresentação na Bulgária.

No lugar de suco e refrigerante, diversas marcas de cerveja e uma pausa ou outra para pipoca. Além de headbangers devidamente caracterizados, também assistiram à sessão diferenciada pais, filhos e gente que parecia ter saído direto do trabalho.

O Anthrax foi quem abriu a noite com gritos de fãs dentro da sala de cinema. “Caught In a Mosh”, do álbum “Among The Living” (1987), foi a primeira a mostrar como o festival estava acontecendo em alto e bom som. Sentados na cadeira e ainda tímidos, enquanto alguns fãs balançavam a cabeça e gritavam para o telão, outros ainda tentavam entender o que estava acontecendo.

Em um show que durou cerca de 40 minutos, a banda ainda tocou os covers “Got The Time”, de Joe Jackson, e “Antisocial”, do Trust, além de “Madhouse” e “Only”. O show da banda foi encerrado com “I Am The Law”, também do álbum “Caught In a Mosh”. Aos gritos, o vocalista Joey Belladonna avisava: “O Anthrax está de volta!”.

Em seguida, foi a vez do Megadeth entrar em cena. Sob comando do vocalista Dave Mustaine, a banda apostou nos clássicos, agitou o pessoal de Sofia e levantou o público dos assentos no cinema em São Paulo. O show foi aberto com “Holy Wars”, para delírio dos fãs europeus e brasileiros. Logo vieram “Hangar 18″, sucesso do álbum “Rust In Peace”, e “Hook In Mouth”. “Symphony of Destruction” foi o ponto alto, e o show foi encerrado com “Peace Sells”, do segundo álbum da banda, “Peace Sells… But Who’s Buying?”.

Quando o Slayer de Tom Araya e Kerry King –com largas correntes na cintura e um bracelete cheio de pregos– entrou tocando “World Painted Blood”, os fãs se descontrolaram e desceram para fazer um bate-cabeça na frente do telão. A banda ainda tocou “War Ensemble” e “Hate Worldwide”. “Seasons In the Abyss” foi responsável por um corte no som por parte da segurança, preocupada com a dança na frente do palco virar confusão. Em protesto, um rapaz mostrou a bunda e chamou o Metallica de “vendido”. O grupo encerrou o show com “Raining Blood”.

No intervalo antes do show do Metallica foi exibida uma homenagem a Ronnie James Dio, que morreu em maio passado de câncer no estômago. O guitarrista Kerry King (Slayer), o vocalista Dave Mustaine (Megadeth), o baterista Lars Ulrich (Metallica) e o guitarrista Soctt Ian (Anthrax) deixaram suas mensagens de luto e contaram histórias vividas nos bastidores com o músico.

Por volta das 23h30, o Metallica subiu ao palco com abertura igual a que exibiu em janeiro deste ano em São Paulo. O repertório começou com as antigas “Creeping Death” e “For Whom The Bell Tolls”, do álbum “Ride the Lightning”, de 1984. “Fade To Black” foi tocada com violão por cima da guitarra, enquanto no cinema todos cantavam alto, assim como a balada “Nothing Else Matters”. “Master of Puppets” e “One”, esta tocada ao som de canhões, foram outro ponto alto do show, encerrado com “Enter Sandman”.

Em seguida, os 16 músicos das quatro bandas se reuniram no palco para o cover de “Am I Evil”, da banda Diamond Head, em uma “celebração do metal”, como disse James Hetfield.

Com o Metallica sozinho no palco novamente, Hetfield falou que amava o público diversas vezes e tocou “Hit The Lights” e “Seek and Destroy” como bônus para finalizar o show, que por aqui, acabou quase 1h da manhã desta quarta-feira (23), ainda com o cinema lotado e algumas latas de cerveja jogadas no telão. Ao final da apresentação, Hetfield revelou que o evento será lançado em DVD.

A professora de inglês Thais Amaral foi uma das mães que esteve com o filho e marido para assistir ao show. Gustavo, de 10 anos, não pôde ir ver o Metallica em São Paulo por causa da faixa etária e disse ter adorado a experiência no cinema. Quase sem voz, ele disse: “é muito legal vir assistir assim, dá para ver tudo o que os caras estão fazendo e dá para ouvir muito bem”.

Matéria publicada no UOL Música.


em 9.Março.2010 por

“Os Estados Unidos Contra John Lennon” dia 2 de abril no Rio e em SP


Os Estados Unidos Contra John Lennon” é um documentário realizado em 2006 pelos diretores David Leaf e John Scheinfeld que visa mostrar o lado menos glamuroso e mais ativista do eterno-ex-Beatle. Ele aborda o período de 66 a 76 em que o músico protestou ao lado artistas, políticos afro-americanos, jornalistas e ativistas contra o Vietnã. O documentário já foi exibido aqui na 30ª Mostra Internacional de Cinema e volta para as telonas do Rio de Janeiro e São Paulo no dia 2 de abril.

Com apoio total da viúva Yoko Ono, que inclusive coloca seu selo de aprovação dizendo que “De todos os documentários já feitos sobre John Lennon, este é o que ele amaria”, o filme conta com imagens e vídeos gravados na época que o Beatle ainda estava vivo. O site oficial é o theusversusjohnlennon.com.

em 27.Janeiro.2010 por

Spike Jonze cria curta para Absolut

O diretor Spike Jonze é conhecido por seu modo nada convencional de ver o mundo, prova disso são as dezenas de clipes que já fez, filmes como “Quero ser John Malkovich” e a sequência nonsense de “Jackass”. Seu mais recente trabalho é a releitura para as telonas de “Where the Wild Things Are”, história infantil escrita pelo nova iorquino Maurice Sendak.

Mal lançou o filme (que eu estou louca pra ver), o diretor se embrenhou pelo mundo publicitário para fazer um curta para uma campanha da Absolut Vodka, conhecida nossa das noites mais animadas. O curta se chama “I’m Here” e fala sobre um romance entre robôs fazendo uma pequena reflexão sobre solidão. O teaser é esse aqui embaixo, muito gracinha.

Sobre a criação Jonze diz “eles (a Absolut) só queriam fazer algo que era importante para mim, e deixar minha imaginação me levar onde eu queria. Consegui fazer minha primeira história de amor.”

A prévia foi mostrada semana passada no Festival de Sundance, o curta tem meia horinha e vai ser lançado na íntegra em março. Essas infos eu peguei no blog do filme e na Absolut.

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