“Ela não é uma mulher como todas as outras, parece toda enrolada em si. Perdida em um mundo que carrega profundamente dentro dela”. A frase de “O Beijo da Mulher Aranha”, clássico de Héctor Babenco, diz muito sobre o trabalho da artista Chiharu Shiota. Com novelos de lã, tesouras e um sketchbook, a japonesa cria teias que capturam móveis, instrumentos, vestidos, sapatos, janelas, memórias. Um filtro de sentimentos que gera desconforto e curiosidade. Leia mais