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em 20.Setembro.2012 por

E se as placas de “Subterranean Homesick Blues” tivessem um lettering primoroso?

O ilustrador Leandro Senna reimaginou como seriam as plaquinhas do clássico de Bob Dylan “Subterranean Homesick Blues”, caso o lettering tivesse sido impecável. Ele fez uma tipografia para cada frase e resultou num clipezinho que não tem o Bob Dylan segurando as placas, mas mostra uma forma muito criativa de apresentar o seu trampo pra um portfólio. Vale o play pela proeza do cara e porque é sempre bom relembrar o original do Dylan. Leia mais

em 10.Janeiro.2011 por

Ron Wood afirma ter conexão astrológica com Bob Dylan

Ron Wood, Bob Dylan e Keith Richards tocam juntos em apresentação no estado da Filadélfia, 1985

O guitarrista dos Rolling Stones, Ron Wood, afirmou na revista inglesa Uncut que acredita ter uma conexão astrológica com Bob Dylan. Ambos geminianos, Dylan do dia 24/5 e Wood de 1/6, já compuseram diversas músicas juntos e Ronnie acredita que essa é a justificativa para a química ser tão boa.

“Sempre gostei de escrever com Bob Dylan. Isso não acontece frequentemente, mas as coisas boas vêm dessa conexão. Ele é muito imprevisível e por ser do signo de gêmeos, consigo entendê-lo”. Supersticioso, Ronnie ainda diz: “Nós críamos muita coisa juntos,  batidas e conversas através da guitarra”.

Wood andou saracoteando o velho esqueleto na quadra da Mangueira no fim de semana com a namorada brasileira Ana Araújo. O guitarrista está no Rio de Janeiro curtindo férias.

em 28.Maio.2009 por

Dentro da cabeça de Bob Dylan

Essa imagem é de um artista espanhol chamado Sergio Mahugo que faz vários desenhos e infográficos malucosos como esse que saiu na PIX do Kill Bill. O cara até já fez parte de uma lista que mostrou os 50 infográficos mais fodassos do mundo. É eu sei, parece um saco, um tédio. Mas eu dei fuçada no flickr e achei esse aqui fantásitco, o pai do folk Bob Dylan e algumas referências que fazem parte do universo que existe na sua cabeça.


É só clicar para ver maior ;)
em 23.Setembro.2008 por

I’m not there – Filme biografia do Bob Dylan

“Quantas estradas precisará um homem andar
Antes que possam chamá-lo de um homem?

Quantos mares precisará uma pomba branca sobrevoar,
Antes que ela possa dormir na praia?

Quantas vezes precisará balas de canhão voar,
Até serem para sempre abandonadas?

Quantas vezes precisará um homem olhar para cima,
Até poder ver o céu?

Quantos ouvidos precisará um homem ter,
Até que possa ouvir o povo chorar?

Quantas mortes custará até que ele saiba,
Que gente demais já morreu?

Quantos anos pode existir uma montanha,
Antes que ela seja lavada pelo mar?

Sim e quantos anos podem algumas pessoas existir,
Até que sejam permitidas a serem livres?

Quantas vezes pode um homem virar sua cabeça
E fingir que simplesmente não vê?

A resposta meu amigo está soprando no vento,
A resposta está soprando no vento..”

(Blowin’ in the wind )

Mais importante que um homem a frente de seu tempo é um homem que vive seu tempo. E mais que isso, Bob Dylan foi poeta, profeta, marginal, fora-da-lei, pai de família, astro, mártir do rock and roll, cristão renascido e um ícone de sua geração. Em “I’m not there” (Não estou lá – 2007) o diretor Todd Haynes, precisou de nada mais que seis atores para contar a história única do cantor. Com depoimentos de pessoas que viveram a época e participaram de suas transições o filme narra a vida dele com a credibilidade de um documentário e situa o espectador no momento histórico em que se passa, com algumas cenas da guerra do Vietnã e da segregação racial como pano de fundo.

Os atores personificam cada uma de suas fases e transparecem principalmente suas crises e virtudes. Ainda mostram o auge da contracultura na década de 60, a paixão pelo blues e como suas criações se viraram contra ele quando os rótulos da mídia criaram um padrão que ele recusou, por dizer fazer música como um ato pessoal para despertar reação nos outros, um “atear fogo em si mesmo” para dissociar seu público das maldades do mundo. Assim ele rejeitou o rock and roll, o folk e sua própria ideologia, sem medo de mudar.

No elenco participam Christian Bale, Richard Gere, Marcus Carl Franklin, Heath Ledger, Ben Whishaw e Cate Blanchett que foi indicada ao Oscar e ganhou o Globo de ouro como atriz coadjuvante. Além de ter concorrido a diversas categorias dos melhores festivais de cinema foi classificado como um filme tão vibrante quanto à era na qual foi inspirado. Um dos melhores que assisti nos últimos tempos, não tem aquela ordem cronológica e piegas da narrativa hollywoodiana. Lindo, intenso, lisérgico e cheio de crises e poesia, como toda vida bem vivida deve ser…

Infos:

I’m Not There ( Não estou lá)
Duração: 135 minutos
Lançamento (EUA / Alemanha): 2007
Estúdio: Killer Films / Wells Productions / John Wells
Distribuição: The Weinstein Company / Europa Filmes
Direção: Todd Haynes
Roteiro: Oren Moverman e Todd Haynes
Produção: John Goldwyn, Jeff Rosen, John Sloss, James D. Stern e Christine Vachon
Fotografia: Edward Lachman
Desenho de Produção: Judy Becker
Figurino: John A. Dunn
Edição: Jay Rabinowitz
Efeitos Especiais: Intrigue

Site Oficial: www.imnotthere.es