O sol estava prestes a nascer tímido e introspectivo entre as nuvens enquanto o ar gélido impregnava cada respiração, fazendo parecer uma faca cravada no peito, corroendo os ossos lentamente, era mais um domingo friento e acinzentado na cidade de São Paulo. Eu estava na dúvida se pegava um Uber ou se caminhava até a Rua Teodoro Sampaio indo de encontro ao meu ponto de ônibus. A viagem no entanto é longa e cansativa e neste caso optar pelo conforto seria agradável devido a necessidade de chegar cedo em casa sem olhar para ninguém após uma noitada em pleno vácuo negro. Leia mais