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O Malaguetas é feito pela Talaguim.

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daniel
em 13.Janeiro.2015 por

Entre pasteizinhos e memórias: um café com o fotógrafo Daniel Blaufuks em Lisboa

“Se ainda não conhece a Flor das Avenidas, não sabe o que perde”, afirma o site da pastelaria lisboeta onde tenho um encontro marcado com Daniel Blaufuks, fotógrafo e um dos artistas contemporâneos mais celebrados na cena artística portuguesa.

Sigo lendo o site da pastelaria. O texto, nada modesto, assegura que ali há “as melhores empadas de Lisboa!”. Assim, com exclamação. Anoto o endereço e salivo pensando nas “empadas de Arraiolos, empadas de Alcáçovas, empadas de galinhas, empadas de pato, empadas de frango, empadas de espinafre e empadas de porco”, mesmo não sabendo o que possa ser uma empada de Arraiolos. Ou de Alcáçovas. Leia mais

linabobardi
em 7.Dezembro.2014 por

Alemanha celebra centenário de Lina Bo Bardi

A Pinacoteca Moderna de Munique é uma daquelas visitas obrigatórias para quem tem interesse por cultura e está de passagem pela capital da Baviera, estado no sul da Alemanha. O prédio, situado no “Quarteirão das Artes”, o Maxvorstadt; abriga sobre o mesmo teto quatro coleções – a Coleção de Arte Moderna, a Coleção Gráfica Estadual de Munique, a Nova Coleção e o Museu de Arquitetura da Universidade Técnica de Munique, o maior museu sobre arquitetura na Alemanha. Leia mais

117_Untitled Self Portrait_1985_Sachs_PA (1)
em 28.Novembro.2014 por

Museu de San Francisco relembra ativismo político de Keith Haring; veja obras expostas

Keith Haring criou pôsteres de protestos contra demonstrações nucleares e desigualdade racial. Levou arte para as ruas e metrôs, pintou creches, orfanatos e hospitais de graça, se envolveu com punks e poetas. Coloridas e a primeira vista divertidas, muitas de suas obras eram manifestações contra a homofobia. Em 89, fundou a Keith Haring Foundation para ajudar vítimas da AIDS, doença que tirou sua vida um ano depois, aos 31 anos. Leia mais

Japan-Art-Today[Kunsthaus-Interlaken,-Interlaken-_-Switzerland]photo-by-Sunhi-Mang
em 25.Novembro.2014 por

Caia na teia de Chiharu Shiota

“Ela não é uma mulher como todas as outras, parece toda enrolada em si. Perdida em um mundo que carrega profundamente dentro dela”. A frase de “O Beijo da Mulher Aranha”, clássico de Héctor Babenco, diz muito sobre o trabalho da artista Chiharu Shiota. Com novelos de lã, tesouras e um sketchbook, a japonesa cria teias que capturam móveis, instrumentos, vestidos, sapatos, janelas, memórias. Um filtro de sentimentos que gera desconforto e curiosidade. Leia mais