Comemorando sua primeira década de carreira, o ilustrador canadense Ryan Heshka se inspira nas curvas de pin-ups dominatrix e monstros de ficção científica oldschool para criar telas esquisitas e surrealismo pop pintado com tinta óleo. 

Heshka lançou nos últimos anos dois livros com histórias de terror “Your Move” e “Night Clubbing”, o último deles foi tema de exposição na galeria britânica Atomica, uma das mais legais pra visitar se você tem planos de conhecer a cidade. Também vale acompanhar o blog deles, sempre recheado com uma variedade de vídeos, entrevistas e novos artistas para seguir.

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Voltando ao Heshka. Nesta entrevista à Huck Magazine, ele fala um pouco das pirações por trás das ilustrações, especialmente o interesse por quadrinhos e autores como Jack Kirby e Kurtzman. “Não há nada como os dias iniciais. O ‘big bang’ dos quadrinhos, quando não existia modelos, apenas experimentação e caos. Mesmo que não me considere um quadrinista, desenho na qualidade surreal, crua e com poder cinético das antigas tiras.”

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Nos fones de ouvido, curte improviso e trilhas de sci-fis da década de 50. “Música eletrônica direciona a maior parte dos meus desenhos e criatividade nesses dias. Não sou um teórico musical, mas me faz sentir como jazz antigo: selvagem, livre, underground, expressivo. As formas dos sons são muito visuais e servem como trilha-sonoras enquanto pinto e tenho ideias.”

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Dica da Jealous Curator, umas das nossas blogueiras de arte favoritas.