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O Malaguetas é feito pela Talaguim.
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em 17.Agosto.2016 por

happn nas Olimpíadas: dicas para levar ouro na busca por crushs na Cidade Maravilhosa

Recebi do happn a interessante tarefa de andar pelas ruas cariocas capturando Pokémons olímpicos. Como ainda não tinha usado o aplicativo, me pareceu uma boa oportunidade para explorar melhor o que a Cidade Maravilhosa tem para oferecer. Muito além da pegação, consegui parcerias em bons rolês, turistei como uma local e aprendi muitos xavecos furados.   Leia mais

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em 25.Maio.2016 por

Festival Vento: o melhor motivo pra visitar Ilhabela em junho

Festival, praia e o que há de mais fresco na quitanda colorida da música brasileira. O Vento Festival apresentará a segunda edição entre os dias 9 e 12 de junho. Além de shows como Céu, Rico Dalasam, Mahmundi, Jaloo, Karina Buhr e Liniker (leia entrevista), o evento leva os artistas do palco para mesas de discussão sobre música, sexualidade e empoderamento. Vai perder?  Leia mais

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em 7.Setembro.2015 por

Food porn levado a sério no Eataly de Roma

Penso em comentar algo sobre o azeite apimentado que o garçom nos sugeriu, não sou ligada em gastronomia, mas quem não sabe ler rótulos? “Isso aqui parece da Toscan…”. Primeira garfada. Minhas papilas gustativas despertam todos os outros sentidos. O aroma enfeitiça, a textura mantém a curiosidade e o sabor simplesmente cala qualquer palavra. Prazer em comer.  Leia mais

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em 16.Julho.2015 por

De caiaque na costa de Nápoles

Existem dois ditados italianos que aprendi serem verdadeiros. Um diz que na Itália você chora quando chega e quando vai embora (estou preparando os lencinhos). O outro diz que depois de ver a costa de Nápoles já dá pra morrer. Para eles, é a ‘mais bela do mundo’. Pode soar exagerado, mas é de superlativo em superlativo que se reconhece um genuíno napoletano. Leia mais

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em 20.Abril.2015 por

Quando uma zine salvou meu dia

Cadernos, bloquinhos, rascunhos, canetas, recortes, agendas, diários e pedaços de papel sempre foram mais que saídas criativas, refúgios. E é muito estranho pensar como minha relação com a escrita mudou desde que mudei pra Berlim. Não só por respirar um lugar novo, mas porque a mudança de língua para alguém que trabalha essencialmente com palavras foi brusca, trouxe algum tipo de isolamento, junto com um processo estranho de auto-descontrução forçado pela distância da vida ideal e da rotina que tinha criado em São Paulo.  Leia mais

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