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O Malaguetas é feito pela Talaguim.

/ Sté Reis

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em 1.Setembro.2017 por

Como o riot girl levou as brasileiras para a frente do palco

O punk rock salvou minha vida e de muitas minas por aí. A filosofia do faça você mesma me ensinou que podia fazer qualquer coisa mesmo sendo pobre, as minas no palco me mostraram que lugar de mulher é em qualquer lugar e as letras me ensinaram que a adolescência era feita de muito mais diversão do que só ir atrás dos caras.

A diretora catarinense Letícia Marques também passou por esse processo de conexão com o movimento riot girl e começou a seguir os passos das primeiras bandas de minas brasileiras ligadas ao punk rock. Foi assim que ela lançou uma campanha no Catarse para financiar esse projeto lindo batizado de “Faça Você Mesma”, que reúne toda a história das bandas que abriram caminhos pra muita mulher no palco no Brasil. Dá uma olhada na nossa entrevista. Leia mais

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em 23.Junho.2017 por

Invasão Sê-la: “Todas as mulheres revolucionaram a música”

A Sê-la é uma agência de consultoria musical feminista idealizada pela compositora Camila Garófalo com o intuito de fortalecer e unir a cena independente de mulheres no Brasil. E neste sábado, 24, no Dia da Música, ela e um coletivo de manas invadem a festa junina do Azoofa, na Associação Cultural Santa Cecília, pra mostrar que lugar de mulher é no palco fazendo barulho. Leia mais

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em 21.Abril.2017 por

Como a Disritmia conquistou o espaço urbano carioca com uma ocupação musical

Nos últimos quatro anos, a DJ Lili Prohmann vem conduzindo a antiga música popular brasileira de volta às ruas e botecos em que nasceram. Batizada em homenagem a um clássico de Martinho da Vila, a Disritmia é “música para balançar”, descreve a criadora. Mas, a festa que hoje já recebeu cinco mil pessoas, cresce além das fronteiras dos clubes como ocupação musical.  Leia mais

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em 13.Março.2017 por

Women Music Event quer dar mais voz (e palco) para as minas na música

Não é preciso de uma lente apurada para perceber que a representação da mulher na música é desproporcional. Se você buscar imagens de mulher guitarrista, baixista, baterista ou Dj no Google, vai se deparar com um estereótipo de banco de imagem que reúne um leque infindável de clichês sexistas. Se buscar matérias com produtoras, vai encontrá-las vez ou outra, sendo questionadas por dicas de beleza. Roadies? Iluminadoras? Onde elas estão? Leia mais

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