Seguindo a tendência dos palcos estratosféricos de mega festivais, a Absolut cria em parceria com artistas de quatro cidades uma série de festas para experimentar “como a criatividade pode desafiar o padrão e criar uma nova dimensão da noite que é unificada por expressões artísticas” e tecnológicas. Para isso, escolheu pistas em Berlim, São Paulo, Joanesburgo e Nova York.

Em um de seus investimentos mais ousados, com vista para o skyline de Manhattan, a marca desenvolveu junto com a designer Heather Shaw uma disco ball formada por telas de Led em um pier no Brooklyn. Shaw trocou o setor automobilístico pela noite e há dez anos é responsável pelos palcos tecnologicamente megalomaníacos e experimentações holográficas da Vita Motus (empresa que criou palcos para o Coachella, M.I.A, Janelle Monáe, Burning Man e Infected Mushroom).

Em São Paulo, outra mulher foi responsável pelo conceito do evento, Marianne Krawczyk, roteirista do “God of War”, que misturou performances de dança e teatro para que os convidados interpretassem personas diferentes. Em Berlim, a festa rolou na E-Werk, uma das casas mais antigas do Mitte, com figurino futurista produzido pelos ingleses da Studio XO.

A proposta da Absolut Nights é misturar profissionais inovadores e a cena underground de cada cidade. “Queremos a sensação, o sentimento de aventura, mistério e emoção de festas do underground, onde você não pode sequer ver o DJ e a música engole você. Queremos imersão. Um ambiente deve inspirar sentimento, coletividade, trazer para fora da zona de conforto, quebrar a monotonia de um show convencional”, comenta Shaw.

Aqui embaixo, uma amostra de como foi a festa nova-iorquina e como a super disco ball ganha vida.

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Esse post foi patrocinado pela Absolut, mas tudo que foi escrito é nossa percepção.
Fotos: Vita Motus