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	<title>Malaguetas</title>
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		<title>O que rolou e o que não rolou no Sónar SP</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 23:35:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Sónar]]></category>
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		<description><![CDATA[
A segunda e maior edição do festival espanhol Sónar em São Paulo, realizada nos dias 11 e 12 de maio no Parque Anhembi, foi marcada por uma mistura equilibrada de shows, que foram do dançante ao experimental. Por outro lado, furtos de celulares e as filas fizeram o público sofrer nos dois dias.
Com apresentações que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/publico-assiste-ao-show-do-kraftwerk-de-oculos-no-sonar-sp-2012-11512-1336796948131_615x300.jpg" rel="shadowbox[post-5270];player=img;"><img class="size-full wp-image-5271 aligncenter" title="publico-assiste-ao-show-do-kraftwerk-de-oculos-no-sonar-sp-2012-11512-1336796948131_615x300" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/publico-assiste-ao-show-do-kraftwerk-de-oculos-no-sonar-sp-2012-11512-1336796948131_615x300.jpg" alt="" width="600" height="293" /></a></p>
<p>A segunda e maior edição do festival espanhol Sónar em São Paulo, realizada nos dias 11 e 12 de maio no Parque Anhembi, foi marcada por uma mistura equilibrada de shows, que foram do dançante ao experimental. Por outro lado, furtos de celulares e as filas fizeram o público sofrer nos dois dias.</p>
<p>Com apresentações que passaram por diferentes gerações da música eletrônica, de Kraftwerk a Justice, de Skream a James Blake, o público conseguiu vivenciar experiências audiovisuais variadas. E também ver novos projetos e conhecer alguns trabalhos pela primeira vez, como o radiofônico Cee Lo Green e os minimalistas Alva Noto &amp; Ryuichi Sakamoto.<span id="more-5270"></span></p>
<p>Veja abaixo o que foi música e o que foi ruído no Sónar SP.</p>
<p><strong>O QUE FUNCIONOU:</strong></p>
<p><strong>3D do Kraftwerk</strong></p>
<p>A experiência 3D dos alemães do Kraftwerk agradou o público, que foi bem receptivo ao material apresentado pela banda e reagiu aos efeitos de naves e robôs saltando na tela. A apresentação em si segue um setlist parecido com o que o grupo trouxe ao Brasil, em 2009, no festival Just a Fest. Mas a retrospectiva apresentada no MoMA, em Nova York, requentou o trabalho do quarteto liderado por Ralf Hütter, e trouxe versões mais dançantes.</p>
<p><strong>Justice e Mogwai</strong></p>
<p>Duas atrações foram bastante comentadas pelo público que foi ao festival no sábado, foram o duo francês Justice e a banda de post-rock Mogwai. O Justice se tornou a atração mais aclamada do palco principal, o Sónar Club, depois de fazer um show dançante e pesado.</p>
<p>O Mogwai convidou os fãs para o intimismo do Sónar Hall e tocou músicas como &#8220;White Noise&#8221;, &#8220;Werewolf&#8221; e &#8220;Jim Morrison&#8221;. Com um bom acompanhamento visual, o show tinha tons azuis nas músicas mais calmas e piscando nas horas rápidas e barulhentas.</p>
<p>A primeira noite de Sónar recebeu os rappers brasileiros Emicida, Criolo, Zegon e o back to back de Marky vs Patife. Com exceção de Criolo, que competiu com o horário do Kraftwerk, os shows foram cheios e com o público animado.</p>
<p><strong>Experimentalismo x dançantes</strong></p>
<p>A variação entre sons mais experimentais e dançantes fez com que o público tivesse opções bem diferentes dentro do mesmo horário. A apresentação do projeto de Alva Noto e Ryuichi Sakamoto no Sónar Hall foi um dos grandes momentos do auditório, que lotou, trouxe um público atento e que acompanhou o show de forma contemplativa. Para quem queria dançar, os veteranos Jeff Mills e o duo Modeselektor foram algumas das atrações que seguraram o público que ficou até mais tarde e fez do Sónar Club uma balada.</p>
<p><strong>Entrada e saída</strong></p>
<p>A proposta de deixar o público entrar e sair do festival funcionou bem e bastava pegar uma pulseira com nome e RG para conseguir sair do Parque Anhembi. A entrada de volta também foi sem filas ou tumultos.</p>
<p><strong>O QUE NÃO FUNCIONOU:</strong></p>
<p><strong>Show do Cee Lo Green</strong></p>
<p>O cantor americano parte do projeto Gnarls Barkley até tentou segurar o público com a cover de &#8220;Let&#8217;s Dance&#8221;, de David Bowie, e a apresentação de seu antigo grupo de rap, mas o show foi sofrido e só &#8220;F**k You&#8221; fez o público reagir a apresentação de forma mais calorosa.</p>
<p><strong>Furtos</strong></p>
<p>O festival foi marcado por diversos <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/1089742-estrangeiros-sao-flagrados-com-13-celulares-furtados-no-sonar.shtml">furtos de aparelhos celular</a>. A polícia chegou a prender três estrangeiros &#8211;dois peruanos e um equatoriano&#8211; com mais de dez celulares.</p>
<p><strong>Entrada tumultuada no primeiro dia</strong></p>
<p>O primeiro dia foi marcado por um tumulto para entrar no festival por causa do atraso na troca do voucher pelo ingresso na bilheteria.</p>
<p><strong>Atrasos e problemas no som</strong></p>
<p>Nos dois dias de evento, alguns shows foram atrasados em até 40 minutos. Alguns problemas no som atrapalharam show no Sónar Hall durante a apresentação do DJ SILVA e no palco principal Cee Lo teve alguns problemas de microfonia.</p>
<p><strong>Falta de sinalização</strong></p>
<p>A novidade do espaço fez com que muita gente se perdesse para chegar de um palco ao outro. A falta de avisos de uma rota alternativa para acessar os palcos por fora fez com que nos horários picos de shows o corredor central ficasse congestionado.</p>
<p>Cobertura produzida para <a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2012/05/14/veja-o-que-funcionou-e-o-que-nao-funcionou-no-sonar-sp.jhtm">UOL Música</a>.</p>
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		<title>Criancinhas resenham Skrillex para &#8220;Vice&#8221; e homenageiam Beastie Boys em vídeos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 20:25:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[beastie boys]]></category>
		<category><![CDATA[skrillex]]></category>

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Em uma matéria super fofa da revista &#8220;Vice&#8221;, criancinhas são convidadas a explicar o que entendem ao ouvir pela primeira vez o som &#8220;Bangarang&#8221;, do Skrillex. &#8220;Soa como o meu cachorro&#8221;, diz uma das meninas. &#8220;Este som me deixa maluco&#8221;, diz outro garotinho. A audição é feita em uma festinha cheia de perucas e óculos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="335" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0OlY7MwihXY?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/v/0OlY7MwihXY?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Em uma <a href="http://createdigitalmusic.com/2012/05/skrillex-as-reviewed-by-very-young-children/">matéria super fofa</a> da revista &#8220;Vice&#8221;, criancinhas são convidadas a explicar o que entendem ao ouvir pela primeira vez o som &#8220;Bangarang&#8221;, do Skrillex. &#8220;Soa como o meu cachorro&#8221;, diz uma das meninas. &#8220;Este som me deixa maluco&#8221;, diz outro garotinho. A audição é feita em uma festinha cheia de perucas e óculos fluorescente e doces, claro, de crianças. Vale o play pela fofura.</p>
<p>Outro muito gracinha que apareceu essa semana foi esse dos Beastie Boys, versão de &#8220;Sabotage&#8221;.</p>
<p><!-- This version of the embed code is no longer supported. Learn more: https://vimeo.com/help/faq/embedding --> <object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="338" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=42106181&amp;force_embed=1&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="338" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=42106181&amp;force_embed=1&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>O &#8220;lightbombing&#8221; do grafiteiro britânico Sola</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 16:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>

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Sola é um artista britânico que desenvolveu a técnica do &#8220;lightbombing&#8221;. &#8220;Bombing&#8221; é uma derivação da gíria de grafiteiros para criações rápidas, feitas antes de serem flagrados. Só que ao invés de tinta,  Sola usa uma câmera digital e uma exposição de cerca de 30 segundos de luz. &#8220;Fazia grafite, mas sentia que algo estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/imagem-criada-pelo-artista-britanico-peter-medlicott-que-usa-lanternas-e-feixes-de-luz-para-criar-grafites-1336561075411_615x300.jpg" rel="shadowbox[post-5231];player=img;"><img class="size-full wp-image-5230 aligncenter" title="imagem-criada-pelo-artista-britanico-peter-medlicott-que-usa-lanternas-e-feixes-de-luz-para-criar-grafites-1336561075411_615x300" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/imagem-criada-pelo-artista-britanico-peter-medlicott-que-usa-lanternas-e-feixes-de-luz-para-criar-grafites-1336561075411_615x300.jpg" alt="" width="600" height="293" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Sola é um artista britânico que desenvolveu a técnica do &#8220;lightbombing&#8221;. &#8220;Bombing&#8221; é uma derivação da gíria de grafiteiros para criações rápidas, feitas antes de serem flagrados. Só que ao invés de tinta,  Sola usa uma câmera digital e uma exposição de cerca de 30 segundos de luz. &#8220;Fazia grafite, mas sentia que algo estava faltando. Decidi iluminar o local com uma  lanterna e outras fontes de luz. Um dia, por acidente, uma das luzes foi  flagrada em uma foto, o resto é história&#8221;, disse em entrevista a BBC. Leia mais em &gt;&gt; <a href="http://www.lightbombing.com/">LIGHTBOMBING.COM</a></p>

<a href='http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/sola1-G.jpg' rel='shadowbox[post-5231];player=img;' title='sola1-G'><img width="150" height="150" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/sola1-G-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="sola1-G" /></a>
<a href='http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/28178.jpg' rel='shadowbox[post-5231];player=img;' title='28178'><img width="150" height="150" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/28178-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="28178" /></a>
<a href='http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/sola4-2.jpg' rel='shadowbox[post-5231];player=img;' title='sola4-2'><img width="150" height="150" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/sola4-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="sola4-2" /></a>
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<a href='http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/8zx9skxngblk1q80sanijbtln.jpg' rel='shadowbox[post-5231];player=img;' title='8zx9skxngblk1q80sanijbtln'><img width="150" height="150" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/8zx9skxngblk1q80sanijbtln-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="8zx9skxngblk1q80sanijbtln" /></a>
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		<title>Os ônus e bônus das coberturas musicais ou como sobrevivi ao festival Metal Open Air</title>
		<link>http://malaguetas.blog.br/?p=5193</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 23:26:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Favoritos]]></category>
		<category><![CDATA[metal open air]]></category>
		<category><![CDATA[trampos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda no início da carreira, quando você decide ser repórter musical, os amigos e familiares não levam muito a sério. O principal argumento é que trabalhar assistindo  seus shows favoritos, na maioria das vezes sem pagar ingresso &#8211; levando em consideração os preços atuais &#8211; e escrever sobre o assunto não é o ideal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5264" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC02592.jpg" rel="shadowbox[post-5193];player=img;"><img class="size-full wp-image-5264 " title="DSC02592" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC02592.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">O último show do festival, da banda Korzus</p></div>
<p>Ainda no início da carreira, quando você decide ser repórter musical, os amigos e familiares não levam muito a sério. O principal argumento é que trabalhar assistindo  seus shows favoritos, na maioria das vezes sem pagar ingresso &#8211; levando em consideração os preços atuais &#8211; e escrever sobre o assunto não é o ideal de trabalho considerado adulto.</p>
<p>Estou escrevendo aqui motivada por algumas experiências que tive no último ano, mas principalmente pela cobertura do festival Metal Open Air, que aconteceu, ou deveria ter acontecido, entre os dias 20 e 23 de abril, em São Luis, no Maranhão.<span id="more-5193"></span></p>
<p>Desembarquei no minúsculo aeroporto de São Luis na quinta-feira (19). O cenário não poderia ser mais pitoresco: três indíos e um bumba-meu-boi recebiam fãs e bandas de metal que chegavam na cidade. Ensopada pelo calor escaldante da cidade, fui até o hotel e de lá, para minha primeira &#8220;aventura&#8221; na cidade. O trabalho era visitar o local que rolaria para o festival algumas horas antes e mostrar os palcos.</p>
<p>Acho importante ressaltar que não tenho nenhum tipo de preconceito com a cultura nordestina, é besteira polemizar sobre o local em que foi feito o festival, o problema todo foi em torno da organização, que envolvia pessoas de diversas cidades, inclusive São Paulo. O foco desse post é a experiência em si.</p>
<p>Voltando no primeiro dia em que cheguei, vi equipamentos de som e tendas ainda sendo montadas, horas antes de começar o festival. Claro que isso não poderia parecer bom. Caminhões transitavam pela área e encontrei algumas pessoas no camping, reclamando de falta de água, luz e infra-estrutura, nada que não tivesse passado durante minha estadia no SWU, em São Paulo.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC02508.jpg" rel="shadowbox[post-5193];player=img;"><img class="size-large wp-image-5265 aligncenter" title="DSC02508" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/DSC02508-1024x768.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
<p><strong>E COMEÇA A SEXTA&#8230;</strong></p>
<p>Cheguei pela manhã, mais ou menos as dez, a hora que deveria ter sido iniciado o credenciamento. Mas no lugar da entrada, uma fila gigante contra cinco, dez pessoas que tentavam organizar tudo. Burlei a entrada e entrei sem credencial, na promessa de que encontraria uma assessora de imprensa, que acabou virando uma piada alias, porque simplesmente não apareceu.</p>
<p>Na entrada, o festival ainda estava sendo montado. Mas o público não parecia se incomodar, comprava cerveja e aguardava as bandas, que a cada dia se tornavam uma dúvida maior se iriam realmente se apresentar. Entre boatos de cancelamento, entramos nos bastidores e lá foi onde vimos boa parte da encrenca acontecer de perto.</p>
<p>Para as bandas, um buffet aberto as moscas, com algumas comidas típicas como arroz, feijão, macarrão e salada. A banda canadense de thrash metal Exciter aguardava enquanto tomava umas cervejas na boa, sem saber do que estava rolando. Até conversei com o baixista deles, que tinha uma tatuagem igual a minha, muito simpático o &#8220;rapaz&#8221;.</p>
<p>Com os atrasos, algumas bandas deixaram de ser reorganizadas e simplesmente eram limadas do line-up, e coube ao Exciter a fazer o primeiro show, depois de quatro horas de atraso. Foi quase uma passagem de som, mas a banda estava muito animada, os fãs também, e o show rendeu.</p>
<p><strong>*CENA INUSITADA:</strong> encontrar um dos guitarristas, um metaleiro de quase dois metros, vestido de preto, cabelão, cara de gringo, na porta do banheiro químico de um lado pro outro, com um rolo de papel higiênico na mão. Pois é, nem todo mundo tem plaquinha de Megadeth Only na porta.</p>
<p>Entre trancos e barrancos, rolou o primeiro dia. Várias bandas tocavam enquanto os roadies do Megadeth faziam testes de luz e som, aliás, eles seguraram bem as pontas da montagem de som.</p>
<p><strong>*BÔNUS DE EXPERIÊNCIA: </strong>ao contrário daqui de São Paulo, que o jornalista vale tão pouco quanto nada, lá em São Luis, não só os fãs, mas como alguns orgãos públicos aproveitavam a presença de jornalistas para mostrar o que estava acontecendo ali. Conversei com um chefe do Procon de São Luis que inclusive pediu para que acompanhassemos a &#8220;batida&#8221; no festival e foi assim que cheguei a minha segunda experiência.</p>
<p><strong>*DIRETO NA FONTE: </strong>Enquanto todos se questionavam porque os organizadores não se manifestavam, nós seguimos a batida até encontrar os dois procurados responsáveis pelo festival: Natanael Jr. e Felipe Negri. Conversamos de frente, perguntamos sobre os problemas de infra até eles falarem, em primeira mão, ainda na sexta-feira, que não tinham mais grana pra tocar o festival. Meu momento mais Gay Talese da vida.</p>
<p><strong>AS BANDAS DEIXADAS DE LADO SALVARAM O FESTIVAL</strong></p>
<p>Do segundo dia em diante todo mundo sabe o que aconteceu, então vou pular o factual. Depois de um primeiro dia a trancos e barrancos, banda destruindo camarim e o anúncio de uma série de cancelamentos, fomos acordados com a suspeita do cancelamento, que ainda não rolou.</p>
<p>O sábado inteiro foi de tensão e também de bastante público. As bandas brasileiras que tanto foram desrepeitadas, deixadas de lado pelos organizadores, foram as que salvaram o segundo dia. A gringa holandesa Legion Of The Dammed fez o público achar que tinha pelo menos parte do esforço compensado. Até que começou o show do Korzus.</p>
<p>A situação era precária, sem cerveja, sem camarim (eles tinham sido levados embora por falta de segurança) deixou as bandas soltas e sem assistência. Eu que baixei a foto que o Korzus usou de pano de fundo do show. Vi o Pompeu (v0calista) fazer uma reza antes de subir no palco e ver o show mais insano que já presenciei, do palco.</p>
<p>A banda conseguiu converter a indignação do público pra música. E não é papo idealista, isso foi real. Depois de ver barraco dos organizadores e descobrir que não ia tocar mais ninguém, o medo de um quabra-pau sair era muito grande. Era muita gente puta por ter gastado grana, por falta de infra, um monte de problemas.</p>
<p>Mas o show foi enérgico, intenso e passional. Talvez fosse o que aquelas pessoas precisassem. E todos deixaram o local sem nenhum ponto de confusão. O público mais educado que já vi. Cheguei a presenciar uma discussão de pessoas indignadas, um cara chorando pelo dinheiro que não vai ver mais. Era um cenário um pouco desolador.</p>
<p>E então veio o domingo com o cancelamento oficial. Acho que nunca me senti tão aliviada. Foi minha primeira grande viagem a trabalho e nunca trabalhei tanto, apurando, indo atrás de cancelamento, ligando em orgãos públicos, na cola das fontes, jornalismo mais próximo da vida real que já fiz. Refleti bastante sobre como isso vai mudar minha postura e pautas em relação a festivais em São Paulo, que se baseiam praticamente em fotos e resenhas. Voltei com uma sensação de ter ganhado um bônus na escala da experiência.</p>
<p><strong>Alguns pontos positivos:</strong></p>
<p>- Conheci o fotógrafo cearense mais gente boa, salva de palmas pra Honório Moreira<br />
- Experiência de cobertura<br />
- Brejinha nos fins de tarde e um ponto a mais na escala de vício em café</p>
<p><strong>Alguns pontos pra lembrar:</strong></p>
<p>-  Nunca, mas nunca sair sem repelente de casa<br />
-  Não pedir macarrão com frutos do mar em qualquer biboca nordestina<br />
-  Festivais em SP não são tão ruins assim</p>
<p>Aqui abaixo, listo as reportagens produzidas em parceria com Marcus Vinícius Brasil e que melhor ilustram o que estou dizendo. E que venha o Sónar.</p>
<ul>
<li><span style="font-size: small;"><a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2012/04/20/produtores-do-metal-open-air-admitem-falta-de-verba-e-culpam-governo-e-patrocinadores.jhtm">Produtores do Metal Open Air admitem falta de verba e culpam governo e patrocinadores</a></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2012/04/22/segundo-dia-do-metal-open-air-termina-sem-headliners-e-com-apenas-4-dos-13-shows.jhtm">Segundo dia do Metal Open Air termina sem &#8220;headliners&#8221; e com apenas 4 dos 13 shows</a></span></li>
<li><a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2012/04/22/metal-open-air-e-definitivamente-cancelado.jhtm"><span style="font-size: small;">Metal Open Air é cancelado por organizadores do festival</span></a></li>
</ul>
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		<title>#AquecimentoSónar: entrevista Chromeo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 23:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
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		<category><![CDATA[chromeo]]></category>
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		<description><![CDATA[
Misture uma boa dose de electrofunk, uma pitada de nostalgia dos anos 80, um vocal cafona e letras sobre mulheres e amor. &#8220;Electrofunk com o toque dos amantes&#8221;, completa Dave Macklovitch, um dos vocalistas do duo Chromeo, em entrevista ao UOL.
Formado por Dave e P-Thugg, o Chromeo é parte da programação do festival Sónar, realizado nos dias 11 e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/store_main_chromeo_office.jpg" rel="shadowbox[post-5221];player=img;"><img class="size-full wp-image-5227 aligncenter" title="store_main_chromeo_office" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/05/store_main_chromeo_office.jpg" alt="" width="600" height="399" /></a></p>
<p>Misture uma boa dose de electrofunk, uma pitada de nostalgia dos anos 80, um vocal cafona e letras sobre mulheres e amor. &#8220;Electrofunk com o toque dos amantes&#8221;, completa Dave Macklovitch, um dos vocalistas do duo Chromeo, em entrevista ao <strong>UOL</strong>.</p>
<p>Formado por Dave e P-Thugg, o Chromeo é parte da programação do festival Sónar, realizado nos dias 11 e 12 de maio no Anhembi, São Paulo. Esta é a segunda visita da dupla ao país. A primeira foi para a festa fechada de uma montadora, em 2010.<span id="more-5221"></span></p>
<p>&#8220;Tenho ótimas lembranças dessa viagem ao Brasil, descobrindo o design brasileiro de móveis, saindo com amigos. Mas consideramos essa apresentação no Sónar a primeira oficial&#8221;, explica Macklovitch.</p>
<p>Questionado sobre o setlist, Dave é direto ao dizer que eles pretendem tocar &#8220;todos os hits&#8221;. Dentre eles estão &#8220;Needy Girl&#8221; e &#8220;Bonafied Lovin&#8221;, ambas do segundo álbum de estúdio do duo, &#8220;Fancy Footwork&#8221;, de 2007. Do último álbum, &#8220;Business Casual&#8221;, de 2010, os singles &#8220;Night by Night&#8221; e &#8220;Hot Mess&#8221; também estão garantidos, mas Dave conta que a ideia é lançar outro projeto em breve. &#8220;Começamos a trabalhar no novo álbum agora&#8221;, diz.</p>
<p>Quanto à produção do show, Dave conta que não haverá grandes extravagâncias audiovisuais. &#8220;Levaremos nosso teclado com pernas, mas não teremos grandes efeitos. Tudo gira em torno da música&#8221;, explica.</p>
<p>A banda, que sempre se define como &#8220;a melhor parceria entre um árabe e um judeu&#8221; &#8211; Dave tem ascendência judia e diz que o que mantém a união é &#8220;amizade, amor e funk&#8221;. &#8220;Não damos muita importância a nossas origens&#8221;, explica. Com o mesmo bom humor, Dave também concedeu uma entrevista à rede de televisão CNN recentemente, dizendo que seu trabalho era parecido com o de strippers.<!--more--></p>
<p>Questionado sobre a comparação, Dave ri e diz que a brincadeira foi com base no que querem oferecer aos fãs. &#8220;O que quis dizer foi que nosso show tem uma rotina bem ensaiada e projetada para satisfazer da forma máxima&#8221;, explica.</p>
<p>Para finalizar, Dave diz que, para ele, o que faz uma festa inesquecível é ter &#8220;boa música&#8221;. &#8220;Esperamos fazer uma boa festa com vocês.&#8221;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="335" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/3ZKq2ptu7qw?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/v/3ZKq2ptu7qw?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<hr /><strong>SÓNAR SÃO PAULO<br />
Quando: </strong>11/5 (sexta, das 19h às 5h) e 12/5 (sábado, das 15h às 5h)<br />
<strong>Onde:</strong> Parque Anhembi (Rua Olavo Fontoura, 1209 &#8211; Santana/SP)</p>
<p><strong>Ingressos: </strong></p>
<p><strong>2º Lote (até 10/5/2012)<br />
Inteira (para um dia): </strong>R$230<br />
<strong>Meia (para um dia): </strong>R$115<br />
<strong>Passaporte Inteira (os dois dias): </strong>R$400<br />
<strong>Passaporte Meia (os dois dias): </strong>R$200</p>
<p><strong>3º Lote (nos dois dias do festival: 11 e 12/5)<br />
Inteira (para um dia): </strong>R$250<br />
<strong>Meia (para um dia): </strong>R$125<br />
<strong>Passaporte Inteira (os dois dias): </strong>R$450<br />
<strong>Passaporte Meia (os dois dias): </strong>R$225</p>
<p>Os ingressos podem ser adquiridos no site da <a href="http://www.hotsite.ingresso.com.br/hotsite/sonar/compraGeral1.asp">Ingresso.com</a>.</p>
<p>Matéria publicada em<a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2012/05/03/chromeo.jhtm" target="_blank"> UOL Música</a>.</p>
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		<title>&#8220;Queremos fazer o público dançar&#8221;, diz vocalista do Ting Tings sobre show em SP</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2012 21:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[
O duo britânico Ting Tings desembarca em São Paulo nesta terça (1) com a bagagem recheada de dance, indie e pop para seu segundo show na capital paulistana. Formada por Katie White e Jules de Martino, a dupla fez seu primeiro show no Rio de Janeiro, na segunda-feira (30).
A caminho do show no Circo Voador, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="border-image: initial; border: 0px initial initial;" src="http://imguol.com/2012/04/30/show-do-duo-britanico-ting-tings-no-planeta-terra-7112009-1335833161150_956x500.jpg" alt="" width="600" height="314" /></p>
<p style="text-align: left;">O duo britânico Ting Tings desembarca em São Paulo nesta terça (1) com a bagagem recheada de dance, indie e pop para seu segundo show na capital paulistana. Formada por Katie White e Jules de Martino, a dupla fez seu primeiro show no Rio de Janeiro, na segunda-feira (30).</p>
<p>A caminho do show no Circo Voador, White estava animada para a passagem de som e contou em entrevista por telefone ao <strong>UOL</strong> que sempre se surpreende com os fãs brasileiros. &#8220;Achamos que não haveria uma pessoa em nosso show (no Planeta Terra). Nunca tínhamos tocado no Brasil antes. E tinha muita gente, ficamos chocados&#8221;, conta entre risos.</p>
<p>Questionada sobre a sonoridade da banda que sempre deixa a desejar ao vivo, a vocalista defendeu a ideia dizendo que menos integrantes no palco torna os shows mais enérgicos para a dupla. Leia a entrevista na íntegra abaixo:<span id="more-5201"></span><strong>UOL Música: O que vocês esperam dos shows no Brasil?<br />
</strong><strong>Katie White: </strong>Esperamos que sejam ótimos, nunca estivemos no Rio de Janeiro antes. É tão estranho, anteontem estávamos em Londres e as pessoas já estavam tão interessadas. Temos muitos fãs brasileiros que pediram para que viéssemos. Também faz dois anos que não tocamos em São Paulo, então estamos muito felizes de poder voltar.</p>
<p><strong>UOL Música: Você lembra do último show no Brasil, no festival Planeta Terra?<br />
Katie: </strong>Sim, claro! Foi ótimo, nós tocamos no mesmo horário que o Iggy Pop e achamos que não haveria uma pessoa em nosso show, nunca tínhamos tocado no Brasil antes. E tinha muita gente, ficamos chocados. Nós viemos de Manchester, na Inglaterra, onde tem tantas bandas boas para serem ouvidas, nos sentimos muito sortudos por termos fãs aqui. É muito maluco.</p>
<p><strong>UOL Música: E o que os fãs podem esperar do setlist?<br />
Katie: </strong>Vamos tocar nossas músicas que funcionam no palco. É um set bem enérgico, punk, nos revezamos em cerca de seis instrumentos, queremos fazer o público dançar. É o que amamos.</p>
<p><strong>UOL Música: Vocês usam bases prontas e algumas músicas deixam a desejar ao vivo. Vocês não sentem falta de ter uma banda de apoio?</strong><br />
<strong>Katie:</strong> Na verdade, não. Há cerca de um ano alguns shows só foram possíveis porque erámos nós dois no palco. E isso de certa forma acaba se tornando nossa identidade, e tornando os shows bem mais enérgicos para a gente, porque ocupamos o espaço no palco tocando vários instrumentos. Não é uma restrição ser uma dupla, é algo que nós gostamos. Tem tantas bandas com cinco integrantes, e eles fazem do jeito deles. O Ting Tings sempre será uma dupla.</p>
<p><strong>UOL Música: Como foi o lançamento do segundo álbum, “Sounds</strong> <strong>from Nowheresville”?<br />
Katie: </strong>É sempre muito trabalhoso para qualquer banda lançar o segundo álbum. Levamos dois anos para fazer e ainda tivemos que reescrever algumas músicas. Não queríamos lançar algo que poderia se perder e criamos nós mesmos, então o processo foi um pouco demorado. Depois do sucesso do primeiro CD – “We Started Nothing”, de 2008 – nós precisamos de pelo menos seis meses para voltar a ser pessoas normais de novo, para ter como escrever novas músicas sobre nossas vidas. Nós queríamos lançar um álbum que gostássemos e não que os outros gostassem.</p>
<p><strong>UOL Música: É verdade que as Spice Girls foram uma influência pra esse álbum?<br />
Katie: </strong>(risos) sim, vou ser honesta que sim. Mas também tivemos influências de PJ Harvey, Beastie Boys, Depeche Mode. Nós queríamos fazer um álbum que soasse como a gente, e as Spice Girls definitivamente fizeram parte da minha vida na década de 90.</p>
<p><strong>UOL Música: O quanto a aparência é importante para banda?<br />
Katie: </strong>Música é definitivamente mais importante para nós. Passamos 90% do tempo escrevendo músicas, tocando em turnês, no estúdio, e 10% pensando como vou fazer meu cabelo. Para a maioria das bandas pop, o sucesso é feito de tapetes vermelhos, holofotes e posar como celebridades e isso definitivamente não é o que gostamos. O que gostamos é de estar na estrada e fazendo bons shows. Sempre fico nervosa nesse tipo de evento, prefiro ficar reclusa e tocar.</p>
<div>Publicada em <a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2012/05/01/queremos-fazer-o-publico-dancar-diz-vocalista-do-ting-tings-sobre-show-em-sp.jhtm">UOL Música</a>.</div>
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		<title>Saiba como foi feito o primeiro 3D do Kraftwerk</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 21:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[kraftwerk]]></category>
		<category><![CDATA[Sónar]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Kraftwerk desembarca no Brasil com show 3D no Sónar, dia 11 de maio. Isso você já sabe. O que você não sabe ainda, é que o primeiro 3D feito pela banda foi produzido muito antes da tendência “Avatar”.
Em 1986, o grupo recorreu a Rebecca Allen, uma pioneira da computação gráfica para gravar o clipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/RA-embraces-Wolf-IMG0086.jpg" rel="shadowbox[post-5176];player=img;"></a><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/Reb-Wolf-Model-crop.jpg" rel="shadowbox[post-5176];player=img;"><img class="size-full wp-image-5187 aligncenter" title="Reb-Wolf-Model-crop" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/Reb-Wolf-Model-crop.jpg" alt="" width="600" height="588" /></a></p>
<p>O Kraftwerk <a href="http://click.uol.com.br/?rf=home2011-topo-rotativo-foto4&amp;u=http://musica.uol.com.br/ultnot/2012/04/27/kraftwerk-confirma-participacao-no-sonar.jhtm">desembarca no Brasil com show 3D no Sónar</a>, dia 11 de maio. Isso você já sabe. O que você não sabe ainda, é que o primeiro 3D feito pela banda foi produzido muito antes da tendência “Avatar”.</p>
<p>Em 1986, o grupo recorreu a Rebecca Allen, uma pioneira da computação gráfica para gravar o clipe de “Musique Non Stop”, do álbum “Eletric Cafe”. O projeto feito por Allen não só virou um vídeo icônico, como também criou toda a estética da banda na época. Ela também fez a capa do álbum e diz que a voz feminina na música é sua.<span id="more-5176"></span><a href="http://www.wired.com/underwire/2012/04/kraftwerk-rebecca-allen/?pid=6605">Para a revista Wired</a>, Allen explicou: “Agora você pode facilmente transformar um objeto em 3D, mas antigamente era um projeto bem manual. Eu Tinha que colocar pequenos pedaços de fita nos modelos, criar uma referência em cubo e depois digitalizar ponto por ponto”, conta.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/Wolfgang-taped-model.jpg" rel="shadowbox[post-5176];player=img;"><img class="size-full wp-image-5177 aligncenter" title="Wolfgang-taped-model" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/Wolfgang-taped-model.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>“Tem tanta coisa envolvida – não só a cor, mas também é necessário uma boa iluminação&#8230; Se você é um  fã de animação, você é fanático. Qualquer um que queira fazer frames de cada segundo de movimento é obviamente bem obsessivo com isso”, diz. &#8221;Eles são, para dizer no mínimo, bastante meticulosos e exigentes sobre cada ponto. Enquanto estava testando as cores e sombras, a iluminação perfeita, eles estavam tentando conseguir os sons perfeitos&#8221;, conta.</p>
<p>A artista também conta que foi a única na época a visitar o estúdio da banda, apelidado de Kraftwerk Kling Klang. &#8220;Eu me lembro de ouvir Florian dizendo, &#8216;Você tem muita sorte de estar aqui, nós não deixamos ninguém mais entrar aqui. &#8216;Michael Jackson esteve lá e não o deixaram entrar.</p>
<p>Na homenagem que recebeu no MoMA (o Museu de Arte Moderna de Nova York), o grupo abusou dos recursos visuais desse vídeo e também dos novos. E agora você vai ver o show por aqui.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="437" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XaxSOv0NSxw?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="437" src="http://www.youtube.com/v/XaxSOv0NSxw?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>&#8220;Punks Jump Up&#8221;, por Dave (Chromeo) e Bjorn</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:40:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Um pouco de cor pra essa sexta cinzentinha.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="600" height="335" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/L1vLNTzCGwg?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="335" src="http://www.youtube.com/v/L1vLNTzCGwg?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Um pouco de cor pra essa sexta cinzentinha.</p>
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		<title>Entrevista com Cut Chemist</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 17:39:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Sónar]]></category>
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Paixão por toca-discos, hip hop e funk latino são três características que podem ajudar a se aprofundar no trabalho do norte-americano Lucas Macfadden. Sob o codinome de Cut Chemist, o produtor se apresenta no festival Sónar, que ocorre nos dias 11 e 12 de maio, no Anhembi, em São Paulo. A última vez que Chemist [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/46037.jpg" rel="shadowbox[post-5166];player=img;"><img class="size-full wp-image-5167 aligncenter" title="46037" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/46037.jpg" alt="" width="600" height="320" /></a></p>
<p>Paixão por toca-discos, hip hop e funk latino são três características que podem ajudar a se aprofundar no trabalho do norte-americano Lucas Macfadden. Sob o codinome de Cut Chemist, o produtor se apresenta no festival Sónar, que ocorre nos dias 11 e 12 de maio, no Anhembi, em São Paulo. A última vez que Chemist esteve no Brasil foi no Tim Festival, em 2004.</p>
<p>Chemist é conhecido por sua pluralidade de estilos e pela forma como se especializou em tocar discos. Começou como DJ do grupo de hip-hop Jurassic 5 no início da década de 1990, foi líder do projeto de funk latino Ozomatli e bebeu da bossa-nova em trabalho com a brasileira Astrud Gilberto. Atualmente, o produtor investe na música eletrônica e no rock para seu novo álbum, que deve ser lançado no segundo semestre.<span id="more-5166"></span><br />
Para a apresentação no Brasil, Chemist promete uma mistura de todos estes estilos que já tocou, e também músicas brasileiras antigas. “Será bem divertido. Teremos muitos efeitos visuais, um toca-discos especial para a performance e bastante foco em música brasileira e africana”, disse em entrevista por telefone ao <strong>UOL</strong>.</p>
<div>
<div>
<h3>LEIA MAIS</h3>
<table style="width: 100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>QUANDO TOCA</strong>:<br />
1º dia, sexta-feira (11), às 22h30</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>PORQUE ASSISTIR</strong>:<br />
&#8220;Os brasileiros podem esperar um som agressivo, emocional, passional, às vezes romântico e às vezes violento (risos). Tocarei músicas de meus vários projetos, e também do álbum novo. Meu último single é uma mistura de industrial e punk rock&#8221;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>Leia a entrevista na íntegra abaixo:</p>
<p><strong>UOL Música: Como você define seu trabalho para os novos fãs que vai conhecer no Brasil, e o que vai tocar para quem é seu fã antigo?<br />
Cut Chemist: </strong>Acho que os brasileiros podem esperar um som agressivo, emocional, passional, às vezes romântico e às vezes violento (risos). Tocarei músicas de meus vários projetos, e também do álbum novo. Meu último single é uma mistura de industrial e punk rock.</p>
<p><strong>UOL Música: Como está o processo de gravação desse álbum?<br />
Cut Chemist:</strong> O último álbum que fiz solo foi “The Hard Sell”, em 2006. Já estava em tempo de trabalhar em algo diferente. Neste tenho a participação de guitarristas, bateristas e outros músicos, que proporcionam diferentes tipos de sonoridades. Estou tomando vários tipos de direções, mas o que posso dizer é que ele está mais eletrônico e também mais rock.</p>
<p><strong>UOL Música: Quem são os convidados especiais?<br />
Cut Chemist: </strong>Tenho alguns MC’s, um do Jurassic 5, Chali 2na, é muito bom poder fazer música com ele novamente. Também tem um rapper nova-iorquino oldschool chamado Marky, a vocalista do Tune-Yards, Merrill Garbus, ela canta uma música. E também tenho o melhor baterista do mundo, Deantoni Parks, que toca em várias faixas. Ainda não sei quando consigo lança-lo, estou terminando algumas músicas, a previsão é outubro. Mas já tenho um single lançado recentemente, &#8220;Outro (Revisited)&#8221;, com participação do rapper Blackbird.</p>
<p><strong>UOL Música: Você já fez uma participação especial como um professor em &#8220;Juno&#8221;, tem algo relacionado a cinema recentemente? </strong><br />
<strong>Cut Chemist: </strong>Eu realmente adoro filmes, moro em Hollywood, é minha natureza. Adoro assistir, mas também fiquei amigo de diretores, por isso as participações. E também participei recentemente da trilha sonora do documentário “One Day On Earth”. Eu sou o primeiro DJ a tocar nas Nações Unidas, então é bem empolgante.</p>
<p><strong>UOL Música: O que significa ser o primeiro DJ a tocar nas Nações Unidas? </strong><br />
<strong>Cut Chemist: </strong>Acho que o trabalho do DJ é uma coisa que as pessoas podem gostar não importa qual o tipo de música ouçam. Esse tipo de performance é bacana por causa do tipo de música que tocamos, africana, colombiana. É muito rico.</p>
<p><strong>UOL Música: Você é um grande fã de vinis, pode nos listar alguns dos seus favoritos?<br />
Cut Chemist: </strong>Adoro vinis brasileiros, adoro os africanos e de música americana, ouço bastante soul dos anos 70, rock psicodélico e new wave.</p>
<p><strong>UOL Música: Tem algo que queira fazer musicalmente que ainda não fez?<br />
Cut Chemist:</strong> Neste álbum estou trabalhando em algo que nunca fiz antes, tem muitas bases de sample e instrumentos ao vivo, é realmente algo que gostaria de fazer há algum tempo.</p>
<p><strong>UOL Música: E quanto a parte visual, tem algo para o show?<br />
Cut Chemist: </strong>Teremos muitos efeitos visuais, teremos um VJ fazendo projeções em tempo real, e também usarei um toca-discos especial para a performance.</p>
<p><strong>UOL Música: Falando em efeitos visuais, você viu o holograma do 2Pac no Coachella?<br />
Cut Chemist:</strong> Eu vi isso, mas infelizmente não teremos hologramas no show, me desculpe (risos).</p>
<hr /><strong>SÓNAR SÃO PAULO<br />
Quando: </strong>11/5 (sexta, das 19h às 5h) e 12/5 (sábado, das 15h às 5h)<br />
<strong>Onde:</strong> Parque Anhembi (Rua Olavo Fontoura, 1209 &#8211; Santana/SP)</p>
<p><strong>Ingressos: </strong></p>
<p><strong>2º Lote (até 10/5/2012)<br />
Inteira (para um dia): </strong>R$230<br />
<strong>Meia (para um dia): </strong>R$115<br />
<strong>Passaporte Inteira (os dois dias): </strong>R$400<br />
<strong>Passaporte Meia (os dois dias): </strong>R$200</p>
<p><strong>3º Lote (nos dois dias do festival: 11 e 12/5)<br />
Inteira (para um dia): </strong>R$250<br />
<strong>Meia (para um dia): </strong>R$125<br />
<strong>Passaporte Inteira (os dois dias): </strong>R$450<br />
<strong>Passaporte Meia (os dois dias): </strong>R$225</p>
<p>Matéria publicada em <a href="http://musica.uol.com.br/ultnot/2012/04/27/produtor-cut-chemist-promete-musica-brasileira-e-toca-discos-especial-para-o-sonar.jhtm">UOL Música</a>.</p>
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		<title>A guerra em hipstamatic</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 17:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Steh</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Novas]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>

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Fotojornalista húngaro diz que mídia independente é a melhor forma de fazer jornalismo
O fotojornalista húngaro Balazs Gardi trocou as câmeras, lentes e o pesado equipamento fotográfico por um iPhone e um aplicativo de edição de imagens, o Hipstamatic - precursor do Instagram. A troca poderia ser considerada comum, não fosse o tema abordado por Balazs nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/a-foto-icone-do-trabalho-de-balazs-mostra-um-soldado-afegao-com-um-saco-plastico-na-cabeca-durante-tempestade-de-areia-causada-por-um-combate-28102010-1335398924237_615x300.jpg" rel="shadowbox[post-5163];player=img;"><img class="size-full wp-image-5162 aligncenter" title="a-foto-icone-do-trabalho-de-balazs-mostra-um-soldado-afegao-com-um-saco-plastico-na-cabeca-durante-tempestade-de-areia-causada-por-um-combate-28102010-1335398924237_615x300" src="http://malaguetas.blog.br/wp-content/uploads/2012/04/a-foto-icone-do-trabalho-de-balazs-mostra-um-soldado-afegao-com-um-saco-plastico-na-cabeca-durante-tempestade-de-areia-causada-por-um-combate-28102010-1335398924237_615x300.jpg" alt="" width="600" height="293" /></a></p>
<p>Fotojornalista húngaro diz que mídia independente é a melhor forma de fazer jornalismo</p>
<p>O fotojornalista húngaro Balazs Gardi trocou as câmeras, lentes e o pesado equipamento fotográfico por um iPhone e um aplicativo de edição de imagens, o Hipstamatic - precursor do Instagram. A troca poderia ser considerada comum, não fosse o tema abordado por Balazs nas fotografias &#8211; um conflito no Afeganistão, e o que ele fez com elas &#8211; uma rede social onde as fotos, vídeos e áudios produzidos na guerra eram compartilhados e discutidos com outros internautas.<span id="more-5163"></span></p>
<p>Batizado de Basetracks, o projeto durou o período da missão de uma tropa da marinha americana no oriente, cerca de sete meses entre 2010 e 2011. Gardi está no Brasil para falar sobre o trabalho nesta quinta-feira (26), em um evento da revista Zum, no Instituto Moreira Sales. Mas antes, conversou com o <strong>UOL </strong>e explicou melhor este formato.</p>
<p>“A proposta era seguir os soldados americanos em guerra e mostrar o desenvolvimento e o progresso de uma missão no Afeganistão. Chegamos ao país em 2004 e ficamos próximos de um oficial, conhecemos o batalhão e decidimos segui-los”, conta. Ao contrário de famosas imagens de guerra, as fotos produzidas não retratam bombardeios, e sim soldados em momentos rotineiros durante missões ou mesmo comendo.</p>
<p>“Uma coisa que as pessoas pensam erroneamente sobre a guerra é que existe ação o tempo todo, quando na verdade, pode ser bem entendiante”, diz. “Fotografar a vida desses marines, o que eles comiam, suas tatuagens, pode não parecer interessante para algumas pessoas. Mas mostrar esses detalhes é conhecer melhor a vida de cada um desses homens e mulheres e seu papel no conflito”, explica.</p>
<p>Sobre o aplicativo de edição, que disponibiliza diferentes filtros de tratamento, Balazs foge das discussões calorosas sobre a importância da fotografia e diz que foi apenas uma escolha prática. “Alguns fotógrafos optam por usar câmeras Kodak baratas, mas eu gosto da qualidade de imagem do iPhone e o Hipstamatic tem um processo de pós-produção extremamente simples”,  justifica.</p>
<p>Para Balazs, o mais importante do processo foi mostrar situações “ignoradas” pelas agências de notícias. “A mídia não segue a guerra por muito tempo, é muito longa e complicada. Então esses fuzileiros ficaram felizes por ter jornalistas próximos contando suas rotinas. Nesse período, seus familiares podiam ver o que estavam fazendo e manter uma relação a distância”, explica.</p>
<p>Durante o período em que esteve ativo, o Basetracks chegou a incomodar alguns oficiais do exército americano. Mas Gardi conta que a única censura aceita foi a que tinha como propósito proteger a localização ou a estratégia dos soldados. “Quando enviávamos uma foto e ela voltava censurada, sempre pedíamos uma explicação, tínhamos um contrato assinado com os oficiais que tínhamos que cumprir. Para mim, a pior censura vem da própria mídia”, protesta.</p>
<p>Para o húngaro, sua missão como fotojornalista é “aprender e repassar” a natureza dos conflitos. Ele acredita que a mídia independente tem se mostrado a melhor de forma de fazer jornalismo . “Esse é o futuro”, diz.</p>
<hr /><strong>Lançamento Revista ZUM com Sérgio Davila e a presença de Balazs Gardi</strong><br />
<strong>Quando: </strong>quinta-feira (26), às 20h<br />
<strong>Onde: </strong>Instituto Moreira Sales (Rua Piaui, 844 &#8211; 1º andar. São Paulo)<br />
Entrada gratuita</p>
<p>Matéria publicada em <a href="http://entretenimento.uol.com.br/noticias/redacao/2012/04/26/fotojornalista-hungaro-usa-filtros-de-iphone-para-retratar-tropas-americanas-no-afeganistao.htm">UOL Entretenimento</a>.</p>
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