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O Malaguetas é feito pela Talaguim.
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em 25.Novembro.2017 por

“Corpo Elétrico”, de Marcelo Caetano, é close certo

Recentemente assisti “Corpo Elétrico” no festival de cinema – CURTA SANTOS. Dirigido por Marcelo Caetano — que também assina o roteiro em parceria com Gabriel Domingues e Hilton Lacerda — devo dizer a vocês o tamanho do orgulho de ver no cinema tanta representatividade LGBTQ junta, desde a seleção dos atores, como a narrativa MUITO ATUAL. Leia mais

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em 1.Setembro.2017 por

Como o riot girl levou as brasileiras para a frente do palco

O punk rock salvou minha vida e de muitas minas por aí. A filosofia do faça você mesma me ensinou que podia fazer qualquer coisa mesmo sendo pobre, as minas no palco me mostraram que lugar de mulher é em qualquer lugar e as letras me ensinaram que a adolescência era feita de muito mais diversão do que só ir atrás dos caras.

A diretora catarinense Letícia Marques também passou por esse processo de conexão com o movimento riot girl e começou a seguir os passos das primeiras bandas de minas brasileiras ligadas ao punk rock. Foi assim que ela lançou uma campanha no Catarse para financiar esse projeto lindo batizado de “Faça Você Mesma”, que reúne toda a história das bandas que abriram caminhos pra muita mulher no palco no Brasil. Dá uma olhada na nossa entrevista. Leia mais

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em 23.Junho.2017 por

Invasão Sê-la: “Todas as mulheres revolucionaram a música”

A Sê-la é uma agência de consultoria musical feminista idealizada pela compositora Camila Garófalo com o intuito de fortalecer e unir a cena independente de mulheres no Brasil. E neste sábado, 24, no Dia da Música, ela e um coletivo de manas invadem a festa junina do Azoofa, na Associação Cultural Santa Cecília, pra mostrar que lugar de mulher é no palco fazendo barulho. Leia mais

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em 21.Abril.2017 por

Como a Disritmia conquistou o espaço urbano carioca com uma ocupação musical

Nos últimos quatro anos, a DJ Lili Prohmann vem conduzindo a antiga música popular brasileira de volta às ruas e botecos em que nasceram. Batizada em homenagem a um clássico de Martinho da Vila, a Disritmia é “música para balançar”, descreve a criadora. Mas, a festa que hoje já recebeu cinco mil pessoas, cresce além das fronteiras dos clubes como ocupação musical.  Leia mais

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